7 comments on “O Campo Exterior das Praças-fortes de Marrocos

  1. Espero que esteja bem de Saúde caro amigo Frederico Mendes Paula

    Já lhe postei coisas interessantes, sobre Maximilian I como parente a Buhazon V e este pai da Joanna Mathilda Ferz ou Fez e que esta Senhora casou em Santo André de Poyares em Coimbra com João Vimarae ou Vimarana Infante Português o tal João V que toda gente conhece. Portanto o Jacob o primeiro rei cristão em Fez e Marrocos com patrocinio da Austria e Bohémia e era tudo família. O mundo é muito pequeno.

    O Maximilian era Felgarum (latim) é o meu sobrenome actual, como o Senhor Frederico deve conter o Paula eu tenho Felgar. O Maximilian I 12 avô paterno, é filho de Frederico III e IV da Austria meu 13 avô paterno.

    l’Empereur Fréderic IV. étant mort à Lintz en 1493. Maximilien lui succéda à la dignité Impériale, & fe remaria à Blanche Marie ; Marie de Bourgogne fa fille époufa la même année du décès de fon pere, Maximilien d’Autriche, fils de l’Empereur Frédéric IV. & d’Eléonore fille d’Edoüard Roi de Portugal.

    Maximiliano Außriaco Imperatâ; £? Philippus Bonus Dux Carolus Pugnax Dux Burgund. ac | Ejiurgidionum ac re; Felgarum ; Maximilian Faust. stauffaimnon barbarnanbji fungam. … Imitare exemplum sainifteria praeftanttamen maxime néceffària , & Felgarum, quiloca paluftria & aquofa, molârum fiat infocietate civili. ; Felgarum . et . Christiani . orbis . Maximo . Principi . Indulgentissimo . Domino . Qui . postquam . Brabantia . Limburgo . … duc de Bourgongne , et femme å Maximilien , archiduc d ‘ Austrice

    Felgarum §. XII, Omnes illi Principatus deinceps fingulis: £e&iones, parebant Principibus. Sed feculo labente XV. magna ex parte per Pacta, per Nuptias, aliosque Donminii transferendi titulos, post mortem c A R o LI Burgundici , a. I477. per filiam unicam MARIAM, MAXIMILIAN o Archiduci Aufbriaco

    Ferdinardi Auftriaci Felgarum Gubernatoris à S. P. Q. Antuerpienfi decreta , & adornata cum figuris & iconibus, à P P. Rubenio ,delineatis, & commentario Cafperii Gevartii. Antuerpiæ, à Tulden, 1641. in-fol. atl. v. Exemplaire très beau , avec le portrait de l’Infant Ferdinand à cheval

    Archiducis Alberti Pj Felgarum Principit. Antver. typis Plantin. 1622.4.; Bergue S.J^immoch, Felgarum & Belgicâ

    O pai de Joao IV de Portugal este era 10 avô paterno, foi Philippe IV da Bélgica ou Philippe II de Espanha, Austria, Habsbourgo, Bohemia era 11 avô paterno. O Carlos II de Espanha era irmão a João IV de Bragantiam. Agora provas em latim, não trago nada do estado novo nem da republica.

    Catharina Ducifîà Bragantiæ , ejusdem Eduardi filia , & Philippus Rex Caftellæ Elizabethæ filiüs.; A Philippo IV. (PhiIippi II. qui armis regno potitus eft, nepote) Lufitani regiminis Caftellani pertaefi, defcifcentes, Iohannem Bragantiæ Ducem,Theodofiifilium, & Catharinæ nepotem ad regnum promoverunt: €aftellani id ut in^ juftè, & nequiter fà&um incufànt: Quod non folum jure fànguinis, fed juftae vitoriæ, Philippüs II.

    Ferendum id fuit PHILIPPO IV. quod non tantas haberet vires, ut vel fubditos rebelles frangere poffet. Hac opportunitate ufi Lufitani A. 1 64o. die 1. Decembris excuffo Hifpanorum jugo JoANNEM IV. Ducem Bragantiæ fibi Regem elegere. Galli in Belgio, Angli in Indiis ex ruinis Monarchiæ hifpanicæ fuas opes, ditionesque auxere. Sicad ruinam impulfa Monarchia HifpaniCá A. 1665. die 17. Septembris ex hac vita deceffit PHILIPPUS IV. Rex

    Todas as casas da Monarquia continham um sobrenome e um ADN e é igual ao meu e fica a saber que Portugal em desde 1700 tem direito sobre o reino de Espanha por Pedro II de Portugal meu 9 avô paterno com o mesmo adn que Carlos II de Espanha. Existem senhores em Portugal que contem sangue caucasiano ou da Turquia que hoje na republica são intitulados de duques, podem sonhar à vontade.

    Trago leis da monarquia de 1706, 1755 e 1834, no caso de passar a Monarquia em Portugal e os árabes e judeus voltam novamente para Portugal. Ainda não sou rei, porque vivemos na republica e todos somos iguais aparentemente, uns mais que outros, mas tudo bem.

    • Portanto, o Rei de Portugal casou com a filha de um mouro?
      Explica lá isso como se fôssemos todos muito burros, se fazes favor…

      Isto há cá cada maluco!

      Fantasma de Marrocos

  2. O texto está muito bem delineado, reparei também nas respectivas fontes Mesquita e Meneses, gostei de ver, como também de um Francês com registos antigos. O resto é tudo recontado no século XX imaginando que seja como os historiadores imaginam.

    Recentemente foi tentar descobrir das batalhas portugueses, como Aljubarrota por Nuno Alvares Pereira, acontece que existiu a batalha, mas o Nuno não aparece na casa de Aviz como mestre nem nada, na casa Real Portuguesa de 1742 mostra sim o Nuno que recebeu de D. João I o património do primo de mestre de Aviz que lutou em Alvites.

    Registo 1
    Eftá em huma Carta paííàda em nome delRey D. Joaõ o I. a D. Pedro de Menezes, Conde de Viana , Senhor de Villa-Real, Almirante dos Reynos de Portugal, e Algarve, e Alferes do Infante íèu filho , Capitao, e Governador da Cidade de Ceuta, para que o Guarda mór da Torre do Tombo lhe dê o traslado da Carta, que EIRey D. Diniz mandou dar ao Almirante Micer Manoel

    PeííàPeííànha, e acaba: E ajjelado do Sello dos Contos da Cidade de Lisboa dada na dita Cidade a 8 do mes de Mayo. ElRey o mandou per o dito Fernam Lopes feu Vajfalo Guardador das ditas efcripturas. Gonçalo Anes a fez. Era do nacimento de NoJJo Senhor Je/u Chrillo 14]}. Eftá no Cartorio do Conde de VillaNova, maço 4 das merces antigas, num. 27, donde a tirey.

    XLI. Efte Sello he de chumbo , pendente de fios de íèda verde, vermelha, azul, e branca, com efta letra : Sigillum Domini Joannis Regis Portugaiia Algarbii.

    Eftá em huma doaçao feita ao Condeftavel D. Nuno Alvares Pereira dos bens de Alvaro Gonçalves, que paííàra aCaftella em deferviço delRey: feita em Alvites, Termo de Mirandella , a 11 de Outubro da Era de 1425 , que he Anno de Chrifto de 1578 , dous annos depois dei Rey governar. Affonfo Coudo afez. Guarda-fe no Archivo da Caía de Bragança, maço das doações antigas.

    Registo 2
    D. Fr.Fernao Rodrigues de Siqucira, scndo Commen* dador môr da Ordem : tonaou possc do Mestrado, que lhc deu o Senhor Rey D. Joaô I. no anno de 1386. no feu tempo vindo viíitar a Ordem hum Mestre de Calatrava, foy recebido, e tratado, como hoípede, mas naò como Superior, nafórma daifençaó impetrada pelo feu antecessor: aperfciçoou a Igrcja, e Convento de Aviz. Servìo ao Senhor Rey D. Joaó o I. na batalha de Aljubarrota :
    casa de Aviz, 27 de Agosto de 1722

    Mas nos registos do século XX e XXI falam e falam de Nuno Pereira como o salvador sem provas nenhumas, quantas mais mentiras pensam as pessoas contar !

    O testemunho de D. Jorge de Mascarenhas datado do século XVII descreve os perigos existentes nos arredores da praça de Mazagão: “Todo o campo que se avista da fortaleza é plano, só para o lado direito fica um pequeno outeirinho: os mouros que vêm, não a investir mas sim a roubar, se escondem junto dele, até que chegue a noite para, no silêncio dela, virem a meter-se nas hortas. 1933

    Pagina 492

    – – Em Azamor tambem havia vitorias, principalmente grangeadas por hum. Mouro amigo, grande fenhor naquellas partes, que aggravado delRey de Féz, fe fez vaffalo delRey Dom Manoel, e mandou a ifo hum irmaõ a ete Reyno. Mas como era taõ poderofo, e efpecial cavalleiro, e por etas qualidades entaõ mais temido de ElRey de Féz, tanto foube negocear, que fe reconciliou com elle…

    …que ElRey Dom Manoel lhe tinha mandado por elle, Porque fe elle lhe vira o roto, naõ tivera animo, nem vontade de cõmeter taõ grande traiçaõ; e com eftas palavras lhe diffe outras de tanta nobreza, e grandeza de animo, que fe houvéraõ de matar ambos, e neta revolta tiveraõ os quinze Chriftãos tempo para fe falvarem: e o me{mo fiel Mouro fe quizera vir com elles, fe o irmaõ o naõ levára configo para defculpa do feito, que naõ cuftou a ambos menos que as cabeças, que ElRey de Féz lhe mandou cortar; por ferem pefoas da caía Real, e muito poderofos, e grandes cavalleiros: a hum, porque naõ levou os Chriftãos, como lhe prometteo; e ao outro, porque lho impedira ; principalmente a tenda, e bandeira delRey Dom Manoel, que já etimava, como fedelle alcançára alguma grande vitoria, e ainda que imaginada, nem afim o confentio fua invencivel etrella. Invejado o valente Sid Ihe Aben Tafut de muitos, e mexiricado de alguns com ElRey Dom Manoel, determinou apagar com boas obras as fofpeitas, que delle femeavaõ os inimigos de fuas façanhas, fazendo duas as mayores, que entaõ hum grande animo podia cometer. Que eraõ aventurar até o ultimo de fuas forças fua pefoa com a de Xerife; e depois correr a Marrócos, e chegar a fuas portas. E para ito mandou pedir a Dom Nuno Mafcarenhas ajuda de Portuguezes, fem os quaes naõ queria fazer coufa alguma grande: e ainda que pelo difcredito, em que fua lealdade andava. Autor, Pedro de Mariz, 1742

    O Rei Fez tinha o mesmo sangue que D. Manuel I e os Mascarenhas cortaram as cabeças à revelia. Relativo ao Pedro de Mascarenhas não encontro em lado nenhum. Fico aguardar pelo registo de 1933.

    Jacob hen Joseph, Roi de Maroc, passe en Portugal, & est battu devant Sanctaren. 73, 74. II reprend Silves. 74. II rentre en Espagne avec une puissante armée, & remporte une victoire for le Roi de Castille, avantages qui en résultent, 75 à 78. Trêve entre le Roi de Castille & celui de Maroc, 79. Projet d’alliance entre- ce dernier & le Roi de Navarre. 80, 81.

    Este Jacobo era último templário e este com mais 70 cavaleiros ingressaram na Ordem de São
    João filho primogénito de D. Dinis, todo o património ficou para Igreja de Portugal e França.
    Daqui nasce o primeiro Rei Judeu e Cristão em Marrocos e Fez. Tenho provas antigas, não do Estado Novo, nem da republica.

    Papa, e mandou por fuas Bullas que affi ho fizeffem todolos outros Rex, e Principes Chritaãos em cujos Regnos, e Senhorios avia ha die éta Religiaõ, e foy logo prezo em Pariz ho Meftre do Templo, que era huň homem por linhagem, e autoridade de muy principaal devaçaõ, e avia nome Jacobo, e com elle feffenta nobres Cavalleyros da dicta Ordem. 29. de Agoflo de 1727. Fr. Lancafre. Cumha. Sylva. Cabedo.

    1832 – ‎Die stets unter den christlichen Königen herrschenden Zwiste machten den Arabern Muth zum Angriff, zu welchem sie den König Jacob von Marocco einluden. Die Christen-Fürsten ließen ihre Fehden ruhen und verbanden sich zu ..

    Addison. Beschreibung von Fez und Marocco. (Addison. Description de Fez et du Maroc.) Nürnberg. 2 vol. in-12. 1672

    1580 — Freigius: Historia de bello Africano in quo Sebastianus rex periit. Nuremberg 1580.

    Só sei de uma situação, sou mesmo descendente destes Senhores de Portugal e Fez, porque os Reis Portugueses tem duas situações em comum, o sangue e o sobrenome. Quero agradecer ao Caro amigo Frederico Mendes Paula por conter esta pagina, se não fosse este relembrar de Fez, nunca chegaria a entender de onde vim. Nunca me vou esquecer do seu contributo e da sua família.

    Archiducis Alberti Pj Felgarum Principit. Antver. typis Plantin. 1622.4.; Bergue S.J^immoch, Felgarum & Belgicâ.

    Este registo é da Bélgica e este Albertus é irmão a Leopoldo da Austria, irmão a Philipe IV da Belgica que casou com Catharina de Bragança, filha de Eduardo Vimarana e nasceu o João IV de Portugal.

    Regiæ Philippi IV. ad Marchioncm de Caracena Belgii Hifpanici Gubernatorem;Jus Felgarum circa Buliarum Pontificiarum Receptionem : y el otro : Defenfio Belgarum confra Evocationes , & Peregrina judicia

    Obrigado.

      • Alguns registos interessantes da minha terra de Fez e de Portugal com ligações à Nuremberg, Limburg de onde vem o Conde Henrique de Portugal, este Limburg é ducado da Bélgica de onde toda a linhagem da minha família paterna, vem daqui, anteriormente veio de Thuringia, Saxe, Hesse, Baviera por Hadsbourg nasce a casa de Brigantia ou Bragança em 630, da casa de Saxe nasce a casa de Guimaranes ou Vimaranes.

        O Gaspar era meu 10 avó materno, 9 avó materno foi Buhazon V e a Joanna Mathilda Fez 8 avó materna.

        Algo de extraordinário na minha família e nunca se entendia o porquê de gostarmos de um tipo de tâmaras originárias de Marrocos e outros frutos secos e nunca se entendeu esta ligação só por Marrocos. Agora sim, entende se muito bem este percurso familiar com Fez. E vou lhe confessar uma situação, todos os outros Reis Portugueses sempre quiseram Fez e Marrocos, eu tenho também este sentimento. Pode não ter nada de riqueza e tem tudo. Entende me e nunca foi a Fez nem a Marrocos.

        lD. O. M. B. M. V. Gaspar Serenissima Benemerina Familia, vijorque ; Otho de Brunsvvick.
        Por François Maximilien Misson – 1731, relativo à casa da Hollanda.
        Pompeo Sarnelli – 1702

        Peres Carmes, & nous n’en parlons ici, qu’a cause d’un tombeau, qui est : a main gauche du maître autel , c’est oû est inhumé D. Gaspard Benemerino, qui mourut en cette Ville l’an 1641.& qui est bien moins glorieux pour avoir êtè le XXII.

        Alexandre “de” Rogissart, ‎Jean de Rogissard – 1709
        CRVCIS, OPVS … SEPVLCHRVM HOC GA8PAJRIS BENE MER.INI 11NFANTIS 1DE FEZ, ET EJVS FAMILLE DE BENEMERINO, · De De Pautre côté sont ses armes, avec CCS IIIOUS

        VEmpire en faveur de son Henri II. fils. V Archiduc Maximilien revient promptement d’Efpagne, pour s’y opposer. Il amène avec lui Bubaçon parent du Roi de Fez i ce qui donne sujet à l’auteur de parler des “Royaumes de Fez, de Maroc, de Tremesen, de Tunis, de leurs anciens Rois , & de ces régions dì Afrique. Les Princes intercèdent auprès de ïEmpereur , pour la liberté du Landgrave de Hesse.
        Histoire Universelle de Jacque Auguste De Chow, 2: Depuis 1543 Jusqu’en 1607

        D. O. M. B. M. V. Gaspar ex Sereniffima Benemerina familia, vigefimus fecundus in Africa Rex. dum contra Tyrannos a Catbelico Rege anna rogat auxiliaria, liber effeflus, Through Germany, Bohemia, Hungary, Switzerland
        Johann Georg Keyssler – 1757

        Denis Franc Secousse – 1755
        Là fut couronné en Roy d’Espaigne le Roy Henry la o vaille de Pasques · Fleuries m. ccc.lxvj, * La prinse d’Alixendrie par … le Roy Henry entour minuit ; & à celle heure s’enfuy le Roy Pietre en Grenade , & là fist aliances aux Roys de Belmarin

        Agora da Bélgica e da Saxónia para Portugal, existe referencia na Resenha dos titulares de Portugal de 1838, Thuringia tem ligação a Conrad com os Dauphin de Viennois, com Fribourg e Savoie. E dentro destas casas temos um sobrenome que em latim é Felgarum, que pode ser também isto não em latim (Duens, Dillingen, Felgar, Walgario, Walgerio, Falgario, Turingia, Englisberg, Felga, Falga, Fauge ou Fauga).

        Resenha das familias titulares do reino de Portugal
        1838 – XIV. b ALBERTO II. o Inhumano, Palatino de Saxonia, Landgrave de Thuringia, quiz privar seus filhos legitimos da successão, para a fazer passar a Apicius, seu filho natural, mas succumbio na guerra qne lhe fez Frederico, seu filho …

        Thoringorum, ideft non longé à Rheno Thoringorum & Felgarum termino conftitutum; his Antverpiæ permissum, nec ultra, redire ad fuos ritus , dum commune Belgarum fàcramentum pro novo imperio dicerent. Omnia publice gaudii figna, & ipfe non abfurdus vultu comitatem, fermione Felgarum gratiam præferre: fed nobilium qui fupererant tacite indi: gnabantur, refpicere coaéti in Burgundionum folio principem gentis diu inimicæ : mutatum fcilicet dominum, ut pj,illi Belgis

        D. 0. M. Philippo. Valesio. Eono. (1) Burgundionum. Felgarum. et. Christiani. orbis. Maximo. Principi. Indulgentissimo. Domino. Qui. postquam. Brabantia. Limburgo. Luxemburgo. Namurco. Hannonia. Hollandia. Zeelandia. Frisia. Belgicæ. provinciis. Imperium. Burgundicum. propagasset. Augustissimum. aurei. Volieris, Ordinem instituisset, fatis. concessit, an. M. CCCCLXVII. d. xv iuni.
        S.P.Q. Val. D. Serenitati. Clementiae.

        Ejus. P. C. Par l’avant dict registre, fol. 86, se célébrèrent en ladicte église , et par mesme ordonnance que dessus , les obsecques et funérailles de Madame Isabelle , fille de Jean roy de Portugal et vefve du susdict bon Phelippe de Bourgongne, les 9 et 10 du mois de janvier de l’an 1471.

        Obrigado

  3. Bonjour et merci beaucoup pour votre aimable mail. Cet aspect de la présence portugaise a été très peu étudié. Je lirai votre article, difficilement, mais je le lirai, malgré ma connaissance presque nulle de votre langue 😊

    • Cher ami. Je vais vous envoyer l’article en français par e-mail. Il était publié par Mr. Mostapha El Ktiri, Haut Commissaire aux Anciens Résistants et Anciens Membres de l’Armée de Libération. Salutations amicales

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