Histórias de Portugal em Marrocos

sobre Património, História e outras histórias. Blogue de Frederico Mendes Paula

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Histórias de Portugal em Marraquexe

Posted by Frederico Mendes Paula on 28 de Setembro de 2025
Posted in: ARQUITECTURA, ESCRAVATURA, FORTIFICAÇÕES, PORTUGAL EM MARROCOS. Tagged: Ahmed al-Mansour, Almançor, Bab Agnaou, cativos, Kutubia, Marrakech, Marraquexe, renegados, resgate de cativos. Deixe um comentário

A magnífica Bab Agnaou ou Porta dos Gnaoua, decorada com placas de xisto justapostas, referenciada por Frei António da Conceição como “Porta do Esquife, Guarda da Alcáçova”, também chamada Porta dos Portugueses

No reinado do sultão Almançor (1578-1603), o rei vitorioso da batalha de Alcácer Quibir, viviam em Marraquexe cerca de 2.000 portugueses — cativos, renegados, mercadores, diplomatas, religiosos e até agentes secretos. A permanência deste grande número de portugueses na cidade deu origem a histórias, mitos e testemunhos, muitos deles incompreendidos, que aqui se referem enquadrados no contexto em que sucederam.

Como por exemplo, dois Vice-Reis de Marrocos terem sido portugueses, assim como altos dignitários do Estado e do exército marroquino; a porta da Alcáçova de Marraquexe, a conhecida Bab Agnaou, ser também chamada Porta dos Portugueses; no reboco do minarete da Mesquita da Kutubia existir um grafito de uma caravela, possívemente realizado por um cativo português; a planta mais antiga da cidade, datada de 1585, ser da autoria de um português (e legendada em português), quando as mais antigas representações gráficas de Marraquexe, normalmente divulgadas, serem gravuras do século XVII e plantas do século XIX. Continue Reading

Mulei Maluco e o renegado Reduão

Posted by Frederico Mendes Paula on 26 de Agosto de 2025
Posted in: CORSARIOS E PIRATAS, ESCRAVATURA, POESIA. Tagged: Argel, banhos, Batalha de Alcácer-Quibir, cativos, Cervantes, língua franca, Mulei Maluco, Otomanos, renegados. 5 comentários

Morabito nos campos de Alcácer Quibir

Mulei Maluco e o renegado Reduão são dois personagens da história comum de Portugal e Marrocos, protagonistas do acontecimento que marcou profundamente as duas nações — a Batalha de Alcácer Quibir.

Um marroquino e outro português, actores do mesmo lado da contenda, cuja ligação nunca foi assumida nem divulgada pelas entidades dos dois países, uma vez que revela uma complexa relação transcultural e desafios à sua narrativa oficial.

O enquadramento da sua história passa pela compreensão do papel das potências da época, sobretudo de Espanha e da Turquia, e particularmente do deylik de Argel, que influenciaram directamente os acontecimentos e as alianças na região. Continue Reading

Urbanismo e religião no Gharb al-Andalus

Posted by Frederico Mendes Paula on 20 de Julho de 2025
Posted in: ARQUITECTURA, Gharb al-Andalus, HISTORIA. Tagged: arabização, arquitectura e urbanismo, casa-patio, cidade árabe, direito malekita, Gharb al-Andalus, impasse, islamização. 1 Comentário

Torre albarrã e Torre Aben-Afan do Castelo de Silves

O processo de estruturação da cidade do Gharb al-Andalus (1) é uma abordagem aos mecanismos de construção da cidade árabe e sua adaptação às estruturas urbanas peninsulares, no quadro da realidade política e social instituída a partir do século VIII.
Não podemos falar de uma cidade do Gharb al-Andalus fora do contexto da cidade do al-Andalus, já que a originalidade da cidade portuguesa só se afirmaria após a conquista cristã, sobretudo a partir do século XV, apesar de, mesmo durante o período árabe, já existir nesse território uma semente de identidade própria com reflexos na vida urbana, “um estado de relativa autonomia que se aproximou, por vezes, de uma quase independência” (Torres e Macias 1998: 20).

(1) Al-Andalus é o nome da Península Ibérica durante o período árabe. O termo poderá ter origem em vandalicia, designação da Bética Romana ocupada pelos Vândalos (Dozy 1881: 301); em landa hlauts, designação dada pelos Visigodos à Bética (Halm 1989); no árabe jazirat al-andaluz, que significa ilha do atlântico (Vallvé Bermejo 1986). Gharb significa Ocidente. O Gharb al-Andalus ou Garbe al-Andalus coincide com os limites da antiga província romana da Lusitânia e corresponde sensivelmente ao atual território português arabizado/islamizado, abarcando parte da atual Extremadura espanhola e da Andaluzia Ocidental.

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Mazagão, de Castelo a Cidadela

Posted by Frederico Mendes Paula on 4 de Março de 2025
Posted in: ARQUITECTURA, FORTIFICAÇÕES, Marrocos. Tagged: arquitectura militar, Benedetto da Ravenna, cidadela, El Jadida, expansão portuguesa, fortificação abaluartada, Francisco de Holanda, irmãos Arruda, João de Castilho, Mazagão, Miguel de Arruda. 7 comentários

Baluarte do Anjo

A Cidadela de Mazagão foi uma fortaleza edificada num período em que a política expansionista em Marrocos se encontrava em fase de reformulação, precipitada pela queda de Santa Cruz do Cabo Guer no ano de 1541. As duas principais praças-fortes do Sul de Marrocos, Safim e Azamor, foram evacuadas, mas a importância geo-estratégica e económica da Duquela levou à tomada de decisão de se construir uma fortificação de raíz, segundo os princípios da moderna arquitectura militar do Renascimento, capaz de assegurar o controlo da região com uma racionalização efectiva de meios.

O local escolhido para a nova fortaleza, que viria tipologicamente a ser uma cidadela ou cidade fortificada, a primeira construída pelos portugueses no Além-Mar, foi onde desembarcaram as tropas do Duque de Bragança em 1513 para conquistar Azamor, e que D. Jaime apelidou de “melhor porto do Mundo” numa carta enviada ao Rei D. João III. (LES SOURCES… 1934, Tomo I: 442) Continue Reading

A viagem de Estêvão de Azamor

Posted by Frederico Mendes Paula on 28 de Dezembro de 2024
Posted in: ESCRAVATURA, GEOGRAFIA, HISTORIA. Tagged: Azamor, Cabeza de Vaca, Cíbola, Eldourado, escravatura, Estevanico, México, Nueva España, Panfilo Narvaez, Zuni. 1 Comentário

Azamor

Um barqueiro no Rio Um er-Rbia (ou Rio Morbeia) em Azamor

Este artigo relata a extraordinária aventura de Estêvão de Azamor, desde que foi levado da sua cidade em Marrocos, até que chegou à aldeia de Hawikuh, no actual Estado Norte-Americano do Novo México.

Durante a sua viagem, iniciada no dia 27 de Junho de 1527 em Sanlúcar de Barrameda, integrado na expedição de Pánfilo Narvaez para a conquista da Florida, e terminada em Maio de 1539 na aldeia de Hawikuh, em busca das míticas Sete Cidades de Cíbola, acompanhando a expedição de Frei Marcos de Niza, Estevanico foi escravo, curandeiro, intérprete, guia e um sedutor incorrigível.

O final desta aventura está envolto em mistério, não se sabendo se foi morto pelos índios Zuni, ou se simulou a sua morte para desfrutar com eles a liberdade com que sempre sonhou, desde fora escravizado pelos portugueses na Praça-Forte de Azamor. Continue Reading

O Chafariz do Convento dos Capuchos, a Imagem de Nossa Senhora da Glória e o Cônsul Giorgio Novak de Vincenzo

Posted by Frederico Mendes Paula on 8 de Setembro de 2024
Posted in: ARQUITECTURA, FORTIFICAÇÕES, HISTORIA. Tagged: absolutistas, arte nova, fortalezas, guerra civil, industria das conservas, Lagos, liberais, muralhas, Remexido, Terramoto de 1755. 2 comentários

Ponte_de_Lagos_-_George_Landmann

“Lagos Bridge Algarve”. Gravura ‘romântica’ de Lagos de G. Landmann e J. C. Stadler, vendo-se a Igreja e o Convento de Nossa Senhora da Glória e a Ponte de D. Maria, publicada por T. Cadell & W. Davies, Londres, 1813

No início do século XVI desenvolveu-se em Portugal uma província religiosa dedicada a Nossa Senhora da Piedade, cujos membros eram conhecidos pela sua santidade. Por essa razão, o Bispo do Algarve, D. Fernando Coutinho, convidou-os a instalarem-se na região, concedendo-lhes o Convento que tinha fundado no Cabo de São Vicente. O Bispo promoveu a construção de mais três conventos, em Lagos, Silves e Faro.

D. Fernando Coutinho era um devoto de Nossa Senhora do Loreto e o Convento que mandou edificar em 1518 em Lagos foi fundado sob sua invocação, sendo também entregue aos franciscanos da Província da Piedade. O Convento foi construído num local insalubre, junto à Ribeira de Bensafrim, o que trouxe consequências funestas para a saúde dos religiosos, que estavam sempre doentes. Continue Reading

Santa Cruz e Bem Mirão: as fortalezas portuguesas de Agadir

Posted by Frederico Mendes Paula on 18 de Maio de 2024
Posted in: ARQUITECTURA, FORTIFICAÇÕES, GEOGRAFIA, HISTORIA, PORTUGAL EM MARROCOS. Tagged: Agadir, fortalezas, Founti, Praças-fortes, Rochedo do Diabo, Santa Cruz, Santa Cruz do Cabo de Gué. 7 comentários

Mapa da presença portuguesa em Marrocos

No início do século XVI Portugal ocupava as quatro maiores cidades do chamado trapézio Norte de Marrocos ou Marrocos Verde (SANTOS 2009: 3), Ceuta, Alcácer Ceguer, Arzila e Tânger. Estas cidades, cuja importância era sobretudo estratégica, encontravam-se isoladas, sujeitas a um bloqueio terrestre imposto pelo poder centralizado do Reino de Fez e pela acção dos alcaides mouriscos que governavam as chamadas cidades Andalusinas (designação preferencial, para não se confundir com Andalusa, no sentido de se conotar com a actual Andalusia espanhola) , na área de influência do Bled El-Makhzen ou País da Lei (o termo Makhzen refere-se à área onde o Estado, neste caso o Reino de Fez, cobrava os seus impostos e exercia a sua Lei. O termo significa Armazém, no sentido de ser a entidade que armazenava os bens em tempos de abundância para os poder repartir em tempos de necessidades). Na zona Sul, no Marrocos Amarelo (SANTOS, 2009: 3), onde se fazia sentir um vazio de poder, resultado da existência da autonomia das várias tribos Berberes e Árabes, de um governo dos Emires Hintata confinado à Cidade de Marraquexe e da emergente influência dos Xarifes Sádidas a Sul do Atlas, o chamado Bled Es-Siba ou País do Caos (o Caos é assim conotado com as autonomias que escapavam ao poder do Makhzen), Portugal mantinha alguma presença com motivações essencialmente económicas, com base em duas cidades vassalas, Safim e Azamor.

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Língua Franca

Posted by Frederico Mendes Paula on 19 de Agosto de 2023
Posted in: CORSARIOS E PIRATAS, ESCRAVATURA, HISTORIA, LITERATURA, Mouriscos, RELIGIÃO. Tagged: cativos, corsários, corso, Lingua Franca, pidgin, renegados. 6 comentários

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A French Ship and Barbary Pirates, Aert Anthonisz Anthonissen 1615, Royal Museums Greenwich

Entre os séculos XV e XVIII, o Mediterrâneo, incluindo o chamado Mar dos Algarves ou Mar das Éguas, actual Golfo de Cádis, estava pejado de corsários que faziam do tráfico de escravos o seu maior negócio. A actividade corsária envolvia meios consideráveis, em homens e navios, e garantia lucros fenomenais, pelos valores dos resgates cobrados e pelo aproveitamento da mão-de-obra escrava que assegurava.

O corso atraiu milhares de aventureiros em busca de riqueza fácil, deu origem à concentração de um enorme número de cativos de diversas nacionalidades, criou um sistema de resgates com intermediários das mais diversas proveniências e foi responsável por grandes movimentos populacionais, sobretudo populações deslocadas das áreas costeiras. Muitos europeus, cativos ou aventureiros, os chamados renegados, converteram-se ao Islão e integraram-se nas sociedades Norte-Africanas.

Entre este conjunto extremamente dispare de pessoas, que na sua maior parte se encontravam em trânsito, desenvolve-se uma linguagem mestiça, chamada Língua Franca, que permitia um entendimento entre todos, sem que fosse utilizada a língua materna de uns ou de outros. Continue Reading

O Campo Exterior das Praças de Marrocos

Posted by Frederico Mendes Paula on 19 de Novembro de 2022
Posted in: FORTIFICAÇÕES, HISTORIA, Marrocos, PORTUGAL EM MARROCOS. Tagged: Arzila, atalaia, Campo Exterior, Ceuta, expansão portuguesa, fortalezas, Mazagão, Tânger. 4 comentários
Gravura de Mazagão. Estudo da táctica à Vauban durante o cerco de 1769, Casa de Ínsua

A expansão em Marrocos

A expansão em Marrocos revelou-se particularmente complexa. O país era fortemente povoado por uma “população aguerrida e imbuída de uma doutrina motivadora” (LOPES, 1925: XXVII), o que inviabilizou uma ocupação do interior do território, permitindo apenas a criação de uma rede de praças-fortes na costa Atlântica. Isoladas umas das outras e sujeitas a um bloqueio terrestre, dependiam totalmente do mar, de onde eram abastecidas em termos de alimentos e de logística militar.

A rede de praças-fortes garantia a supremacia estratégica portuguesa no Mar dos Algarves e no Estreito de Gibraltar, e assegurava a segurança da circulação dos navios comerciais que traziam os escravos, o ouro e as especiarias a partir do Atlântico Sul. No quadro da sua gestão em território marroquino, a dita rede não era contínua, constituindo-se em duas áreas distintas, os chamados Marrocos Verde e Marrocos Amarelo (SANTOS 2009: 3), entre os quais se situava um hiato, uma área ocupada por várias bases de corsários, que garantiam ao Reino de Fez o acesso ao mar e mantinham viva a guerra do corso e a ameaça permanente à navegação europeia e à segurança da costa de Portugal.

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Vídeos Portugal em Marrocos

Posted by Frederico Mendes Paula on 8 de Dezembro de 2021
Posted in: ARQUITECTURA, HISTORIA, PORTUGAL EM MARROCOS. Tagged: arquitectura da transição, corsários, expansão portuguesa, fortalezas, mouros de pazes, Praças-fortes, urbanismo colonial. 2 comentários

O autor deste blogue realizou um conjunto de cinco vídeos sobre a presença portuguesa em Marrocos para o Instituto Camões e a Embaixada de Portugal em Rabat, cujas versões em língua portuguesa e árabe se apresentam, encontrando-se em preparação uma outra versão, em língua francesa.

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Renegados Portugueses em Marrocos

Posted by Frederico Mendes Paula on 30 de Julho de 2021
Posted in: ARQUITECTURA, CORSARIOS E PIRATAS, ESCRAVATURA, FORTIFICAÇÕES. Tagged: corsários, elches, fortalezas, Marrocos, renegados, resgate de cativos. 6 comentários

Boulaouane

A Casbah de Boulaouane junto ao Oued Oum er-Rbia ou Rio Morbeia

“O verdadeiro renegado era um pobre diabo que apenas ocupava empregos subalternos, que era enviado para todas as expedições perigosas e que, muito raramente, saboreava os prazeres sem luxo do repouso numa qualquer Casbah. Morrer num combate, tornar-se num desordeiro, arriscar a tortura para conseguir fugir, eram estas as suas hipóteses de futuro”. (TERRASSE, 1926, pp. 191-192)

Esta afirmação de Henri Terrasse espelha a realidade da generalidade dos renegados, que, enquanto indivíduos convertidos ao islão e integrados na sociedade marroquina, não usufruíam regra geral dos direitos dos cidadãos comuns, mantendo-se num estado de semi-captividade. Não é difícil compreender porquê, já que na sua grande maioria mudavam de campo por razões de sobrevivência, com extrema reserva mental, comparáveis aquelas que os Cristãos-Novos tiveram quando se converteram ao Cristianismo, ou seja, quando tinham que escolher entre ser cativos ou homens livres. Mas a regra geral tinha muitas variantes, como adiante se verá. Continue Reading

A Guerra do Corso

Posted by Frederico Mendes Paula on 10 de Maio de 2021
Posted in: CORSARIOS E PIRATAS, ESCRAVATURA, HISTORIA, PORTUGAL EM MARROCOS. Tagged: Ceuta, corsários, escravatura, Lagos, Mouriscos, Rabat, resgate de cativos, Tetuan. 7 comentários

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O Estreito de Gibraltar

“A pirataria, no Mediterrâneo, é tão velha como a história”. (BRAUDEL, [1949] 1990, Tomo II, p. 617)

Desde o declínio do Império Romano que os piratas Norte Africanos, conhecidos como piratas da Barbária ou piratas barbarescos, atacavam navios mercantes e povoações costeiras da Europa, de forma indiferenciada, buscando apenas o saque que daí obtinham. A partir do século XII a sua actividade ganha outros contornos, já que passa a integrar-se no contexto da guerra entre muçulmanos e cristãos, com o início dos ataques aos navios que transportam os cruzados para a Palestina e ataques aos portos que lhes davam apoio. Continue Reading

Os Judeus e as Praças de Marrocos

Posted by Frederico Mendes Paula on 30 de Novembro de 2020
Posted in: HISTORIA, PORTUGAL EM MARROCOS, RELIGIÃO, SOCIEDADE. Tagged: cristãos-novos, judeus, judeus sefarditas, judiarias, Marrocos, mellah, Mouriscos, Sefarad. 4 comentários

A Cidadela de Mazagão, que se constitui no Mellah ou Bairro Judeu de El Jadida, 50 anos após o abandono da praça pelos Potugueses

O período da ocupação da costa Atlântica de Marrocos por Portugal, através da criação de uma rede de praças-fortes, que marca o início da época da Expansão Portuguesa, é um período de grandes transformações políticas e sociais, que ficaria marcado pela intolerância, perseguições e expulsões das minorias religiosas. Portugal e Marrocos passam a ser duas margens de um Mundo onde essas minorias se relacionam, tentando sobreviver e preservar a sua identidade, enfrentando forças poderosas que infernizavam a sua existência.

Os Judeus tiveram um papel determinante para a sobrevivência económica das praças Portuguesas e para o relacionamento institucional entre Portugal e Marrocos, já que eram uma comunidade aceite pelos dois lados e um veículo do entendimento entre ambos. Mais do que isso, foram um elo de ligação entre as várias religiões e etnias, que permitiu estabelecer pontes e um diálogo, fundamentais para a solução de muitos problemas da vida quotidiana das várias comunidades. Continue Reading

O Campo Exterior das Praças-fortes de Marrocos

Posted by Frederico Mendes Paula on 21 de Abril de 2020
Posted in: FORTIFICAÇÕES, HISTORIA, Marrocos, PORTUGAL EM MARROCOS. Tagged: Arzila, atalaia, Campo Exterior, facho, Mazaganistas, Mazagão, Tânger, tranqueira, valo. 7 comentários

O Borj Nador, atalaia portuguesa da Praça de Safim, construída em 1510 na falésia de Sidi Bouzid

As praças-fortes portuguesas em Marrocos organizavam-se de modo a subsistir num contexto extremamente hostil, o que levou os portugueses a abri-las para o mar, de onde chegavam os abastecimentos e o auxílio militar, e voltando costas à terra, a fonte de todos os perigos. No entanto, as Praças não podiam viver totalmente dissociadas do território envolvente, pelo menos daquele que se encontrava mais próximo. Todas elas dispunham de um chamado Campo Exterior, área extramuros de utilização diurna, defendida por elementos construídos de carácter precário aliados a procedimentos rotineiros, onde se recolhia lenha, se desenvolvia uma agricultura de subsistência e onde o pouco gado podia pastar. Mas o campo exterior não era apenas isso, já que cumpria um papel muito importante enquanto escape à sensação de aprisionamento em que a população de encontrava, permitindo saídas fora de portas, especialmente necessárias para o equilíbrio psicológico dos habitantes.

Este texto aborda o campo exterior de três praças-fortes, Arzila, Tânger e Mazagão. A definição dos seus campos exteriores é o resultado do cruzamento de diversa informação, desde logo a análise do trabalho de Adolfo Guevara realizado sobre Arzila, a pesquiza de fontes bibliográficas, o estudo da cartografia disponível, a topografia do terreno, a toponímia e as evidências que os seus elementos deixaram nas cidades actuais ao nível do traçado urbano e de zonas homogéneas. Continue Reading

Histórias de Portugal em Marrocos

Posted by Frederico Mendes Paula on 17 de Novembro de 2019
Posted in: CORSARIOS E PIRATAS, ESCRAVATURA, FORTIFICAÇÕES, HISTORIA, Marrocos, PORTUGAL EM MARROCOS. Tagged: Alcácer-Quibir, corso, expansão portuguesa, fortalezas, mouros de pazes, Praças-fortes, renegados, resgate de cativos. 6 comentários

A Couraça e o Baluarte da Couraça de Arzila

David Lopes é um autor admirável. Foi um ilustre historiador e professor de Língua e Literatura Francesa e Língua e Literatura Árabe, licenciado em Lisboa com o Curso Superior de Letras, e estudou em Paris, na École Nationale des Langues Orientales Vivantes e na École Pratique des Hautes Études. Deixou uma importantíssima bibliografia, da qual salientamos, de entre muitas outras obras, a edição dos Anais de Arzila: crónica inédita do século XVI de Bernardo Rodrigues e os Textos em Aljamía Portuguesa. O prefácio da obra de David Lopes, História de Arzila durante o Domínio Português (1471-1550 e 1577-1589), começa da seguinte forma: “Os filhos de D. João I é um livro admirável” (LOPES, 1925, p. VII). Nesse prefácio, David Lopes faz o elogio do autor desse livro, Joaquim Pedro de Oliveira Martins, incontornável historiador, cientista social e político português da segunda metade do século XIX, e tece considerações sobre a ideia de que a História tem uma grande carga de subjectividade e de poesia por parte de quem a escreve, ou a revive, correndo o risco de, poeticamente, se afastar da própria História. “Todas as ideias preconcebidas que são o nosso ser espiritual vão alterar a pureza da nossa visão actual. São outras tantas causas de erros e de falsos juízos. Não importa. As cousas inertes do passado só revivem coadas pela nossa sensibilidade. Por força, alguma cousa da alma do historiador passará para a alma das cousas e dos homens objecto do seu estudo” (LOPES, 1925, p. IX).

O meu elogio a David Lopes não é apenas uma identificação com o seu pensamento e admiração pela sua obra, como, inevitavelmente, uma partilha da sua própria identificação e admiração por Oliveira Martins, cuja dimensão histórico-poética está patente nesta passagem do seu livro Os filhos de D. João I, ao referir-se aos habitantes de Ceuta expulsos da sua cidade aquando da conquista portuguesa de 1415: “A mourama fugira chorando, sumira-se na espessura dos arvoredos dos arrabaldes da sua cidade perdida. E durante essa noite, em volta de Ceuta, ouvia-se um coro de povo escondido, em ais e doridas perguntas pelas mães e pelos filhos. Dir-se-ia que as moitas dos jardins e o arvoredo das hortas falavam, que gemiam na tristeza da noite, e que eram lágrimas as folhas pendentes balouçadas pelo vento mansamente” (MARTINS, [1891] 1983, p. 51). Continue Reading

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