4 comments on “Cativos portugueses em Marrocos

  1. Descobrindo por este site, dou-me conta do realismo que a História pouco divulga. Não me interrogo se o pouco que vi (vi pouquíssimo) é verdade, real… Algo em mim gritou que sim, nem me interrogo, e sei que ainda não vi nada. Sou um “jovem” de 70 e muitos… lendo senti-me envelhecer. Vou continuar, mais logo, amanhã, depois… enquanto respirar. Quero ler tudo! Colher reforços para mais abrir os olhos, numa altura da vida em que poderia fechá-los. Dizem que vale mais tarde que nunca. Talvez. A si, desconhecido/a, que lendo viu, e escrevendo divulga, deixo aqui o meu agradecimento. Hoje senti-me outro. Parabéns. Muito obrigado!

    • Um comentário que não tenho o prazer de receber todos os dias. Muito obrigado.
      O blog não é anónimo, tem um autor, e só um, que assina todos os artigos.
      Quanto à “verdade”, a história está cheia de manipulações, de textos subjectivos e é frequentemente utilizada para dar uma só visão dos factos, servindo determinados interesses.
      Como diz e muito bem, “que lendo viu, e escrevendo divulga”, a busca da tal “verdade” resulta da consulta de todas as fontes possíveis, de ambos os lados dos acontecimentos, sobretudo das crónicas, e da tentativa de as descodificar de modo a transmitir factos pouco divulgados de forma acessível ao cidadão comum.
      A História é um Mundo sem fim e fascinante.

    • O período inicial da escravatura portuguesa foi em Marrocos com milhares de pessoas escravizadas nos campos marroquinos pelos portugueses e vendidas em Portugal como escravos. Nessa altura não se utilizava sequer a palavra “escravo”, mas “mouro”. Nas primeiras viagens saídas de Lagos a Arguim para capturar escravos eram também os portugueses que raptavam as populações locais. Com o passar dos tempos criou-se de facto um enorme negócio de tráfico de escravos, que eram comercializados nas feitorias com a intervenção de nativos intermediários que vendiam os escravos aos portugueses.
      https://historiasdeportugalemarrocos.com/2014/12/28/mouros-negros-e-mouros-pretos/

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