12 comments on “O Rochedo do Diabo

  1. Bonjour
    La zaouia a imourane il s’appelle sidi Mohamed
    CHIKH ait IZZA OUIHDA ALBAKRI
    Ond um carreiro e sacrificado e tem lagar UMA
    Vigilia
    MERCI

  2. A presença portuguesa no Rochedo do Diabo foi muito curta, já que a fortaleza foi construída em 1505 (provavelmente) por um comerciante e capitão da Praça de Santa Cruz do Cabo Guer chamado João Lopes Sequeira e, segundo Jorge Correia, não consta da lista de bens por si vendidos ao Rei de Portugal D. Manuel em 1513. Isto significa que, na melhor das hipóteses, os portugueses permaneceram no local durante um período máximo de 8 anos. Mas, de acordo com Ahmed Saber, da Faculdade de Letras de Agadir, os portugueses foram expulsos do Rochedo em 1505-1506 por tribos locais, o que significa que só permaneceram no local durante alguns meses. De acordo com Omar Hamouche, membro do Conselho comunal de Tamraght, “este rochedo abrigava um forte português equipado com canhões e armas de fogo para repelir a população local que apoiava a campanha de Jihad levada a cabo pelos Saadis, sob o comando de Mohamed Cheikh, com o objectivo de libertar a costa e recuperar os férteis campos em torno da actual Imourane e que eram conhecidos nomeadamente pela qualidade das cenouras que aí eram cultivadas”. Mas Ben Mirao não foi conquistada por Mohamed Ach-Cheikh, já que ele só nasceu em 1490 e foi proclamado Sultão em 1544. A sua grande (e única) victória sobre os portugueses foi a conquista de Santa Cruz do Cabo Guer (Agadir) en 1541. Após esta derrota, os portugueses abandonaram diversas Praças em Marrocos, como Safim, Aguz, Azamor, Arzila e Alcácer Ceguer.

  3. Bonjour
    J’aimerais bien descute avec vous
    Au sujet de imorane a partir de
    2015 le fountsia de meussem imorane
    Dois respecte le cheikh sidi izza Albakri ait imni ouassif c’est Luis qui a fait la
    Guerre à imorane
    Il y’a même à l’époque un peur
    A ifri. Imi edbirnne c’est la ou les
    Portugais décharge les arme et les
    Munition je suis petit Fisl de ce cheikh
    Est ce que vous pouvais m’écrire
    J’ai besoin de quelque Rensegnement
    Pour savoir plus merci

    • La presence des portugais au Rocher du Diable a été très courte, vue que la forterresse était construite en 1505 (environs) par un comerçant de Santa Cruz do Cabo Guer nomé João Lopes Sequeira et, selon Jorge Correia, n’est pas comprise dans la liste des biens par lui vendus au Roi du Portugal D. Manuel en 1513. Ça veut dire que, dans le meilleur des cas, les Portugais y étaient pendant 8 ans maximum. Mais selon Ahmed Saber, de la Faculté de Lettres d’Agadir, les portugais étaient chassés du Rocher en 1505-1506 par les tribus locales, ce que voudrait dire que les portugais y sont restés a peine quelques mois. Selon Omar Hamouche, membre du Conseil communal de Tamraght, “ce rocher faisait office d’un fort portugais équipé de canons et d’armes à feu pour repousser la population locale qui n’avait pas tardé à soutenir la campagne du Jihad menée par les Saâdiens, sous la conduite de Mohamed Cheikh, en vue de libérer les côtes et récupérer les champs fertiles attenant à l’actuelle Imourane et qui étaient connus notamment pour la qualité des carottes qui y étaient cultivées”. Mais Ben Mirao n’était pas conquérit par Mohamed Ach-Cheikh, car il était né en 1490 et seulement proclamé Sultan en 1544. Sa grande (et seule) victoire sur les portugais était la conquête de Santa Cruz do Cabo Guer (Agadir) en 1541. Après cette défaite, les portugais ont abandonné plusieurs places au Maroc, comme Safi, Souira Qadima, Azemmour, Asilah et Qsar Seghir.

  4. Muito interessantes todos os artigosque disponibiliza. Trata-se se mduvida de um contributo muito valido para o conhecimento da teia de relações que se estabeleceram ao longo dos seculos entre Marrocos e Portugal e que deixou marcas nos dois países.

    • Marrocos aqui tão perto. Uma história comum tão determinante para a identidade dos dois países e tão desconhecida dos seus cidadãos.

      • Sem duvida alguma. É como refere. Por motivos profissionais acompanho este país desde 2007 e rem permanencia desde o inicio de 2014. É impressionante o quanto tenho conhecido de Portugal por estar em Marrocos (os vocabulos arabes; Oxalá, Alcantara, azeite, azeitona, etc e etc), a atitude e postura das pessoas e este fim de semana passado uma visita ao Douar Souaken em cuja planicie vizinha Portugal foi confrontado tragicamente com a sua desarrazoada ambição. A Batalha dos 3 reis deixou marcas nos dois países. Será a vontade de esquecer esse momento que nos faz ignorar essa história comum?

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