5 comments on “D. Sebastião e a Batalha de Alcácer Quibir

  1. Gostei bastante do seu trabalho. Parece de acordo com os relatos de Antonio Herrera y Tordesilhas presentes nos Cinco Libros de la Historia de Portugal y la conquiata de las islas Azores (edição de 1591, Madrid). Está disponível em google.books.

  2. Independentemente de qualquer narrativa da História dos Povos, havendo sempre muitas versões e lendas que emergem de posturas, tramas, alianças e mistificações que «tapam» vitórias ou derrotas, no caso desta BATALHA ela é um «FECHO» de um CICLO há muito predestinado na MATRIZ DE PORTUGAL. Assim, mesmo para os que contrariam os «acasos», ao fim de 17 REIS Portugal perdeu a sua independência em 1580 (durante um ciclo lunar maior de 60 anos) e ao fim de mais 17 REIS perdeu a sua MONARQUIA em 1910, a 5 de OUTUBRO, como havia «ganho» a sua independência a 5 de OUTUBRO de 1143. Hoje estamos a chegar ao fim de mais 17 PRESIDENTES (Bernardino Machado só conta uma vez), deixando em vários posições de relevo da cena internacional alguns portugueses de mudança para a HUMANIDADE, como o Secretário-Geral da ONU.
    D. Sebastião é o fruto «maldito» das ambições das Coroas de Portugal e Espanha (como o foi o filho de Filipe II, D. Carlos) iniciadas com D. Manuel I de Portugal e Isabel, a Católica, de Espanha. Os 11 filhos de D. João III morreram todos e O Imperador Carlos V outro alternativa não teve senão dividir o seu Império nefasto, pedindo perdão ao SANTÍSSIMO SACRAMENTO, conforme iconografia por si deixada no VITRAL da Catedral de São Miguel, em Bruxelas.
    SE os historiadores complementassem os FACTOS que narram com a o raciocínio ANALÓGICO das ACÇÕES-REACÇÕES da História da Humanidade, até hoje teriam acontecido menos GUERRAS, PERSEGUIÇÕES, INQUISIÇÕES, ESCRAVATURAS e ATENTADOS BOMBISTAS, fruto de muitos extremismos e ditaduras.
    Os livros que tenho escrito não têm tido êxito, porque não disponho de uma «máquina» de propaganda e temo mesmo que alguns muito «façam» para que ninguém os leia: SICUTEM SÓCRATES, disse a grande prostituta republicana; ANIBAL, maldição do Deus de Israel; OS CARDEAIS DE CAMARATE; PROFECIS PAPAIS, luz do bem no eixo do mal, são apenas 4 EXEMPLOS de ANALOGIAS da História que já escrevi.
    Encerro este meu comentário dando os parabéns à sua NARRATIVA porque teve o cuidado de certificar, sem subjetivismos, veracidades de um historial que eu mesmo testemunhei na cidade de MARRAQUEXE há alguns anos, meditando num castelo que jamais foi reconstruído.

    Lisboa, a cidade da demanda de Ulisses (ainda com a sua Península de Troia), foi conquistada por D. Afonso Henriques, com a ajuda do «ramo» inglês da II Cruzada, no dia do Arcanjo São Rafael (24 de outubro de 1147), o ANJO ISRAFIL do Apocalipse do Islão. A sua «Trombeta» apenas pode «soar» da LUXITÂNIA. Isto já sabiam os Sacerdotes de Luxor sobre as Sagradas Terras de Portugal, Terra das Serpentes Ocultas, com o seu CABO SACRUM (ou de Sagres) donde irradia o CAMINHO DA DEUSA EUROPA, fugida de Zeus, até ao Monte Branco dos Alpes.
    João SANTOS FERNANDES

  3. Pingback: D. Sebastião e a Batalha de Alcácer Quibir – Filipe Miguel

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