5 comments on “As-Sayyida Al-Hurra, a Senhora Livre

  1. Caro amigo Frederico Mendes Paula,

    Tenho um livro da casa de Fez e seus antepassados, vou lhe facultar este registo que vale muito mais que as bíblias sagradas existentes. Mostra de onde veio os Corsários, os reis de Fez e de Marrocos.

    Existem dúvidas existenciais sobre o Barba Roxa, dos corsários de onde vieram, eu possuo um livro de Pierre Dan, aconselho a ler, Corsaires de Barbarie, héritiers de la malédiction & de la terre de Chá.

    Que s’ilne tenoit qu’à recouriraux exemples, pour prouuer l’anv- tiquité de ces illustres voleurs, nous en trouuerions de reste dans Cor Fakecs uragcs des Grecs: Mais ie me contenteray de rapporter à cc cicm. propos ce quiaduint au grand Alexandre. Comme ce Monarque voguoit vn iour fur la mer aucc vnc puissante flotte, il rencontra fortuitement vn Corsaire,nommé Dionides chargé du butin de plusieurs vaisseaux qu’il auoit ptis.

    É necessário dar registos com alguma credibilidade e o seu site é um livro aberto, os registos da republica e estado novo (não são credíveis isto é a minha opinião), por causa que estes investigadores não vão procurar nas fontes e supõe que seja assim, não pode ser.

    Deixo lhe este link e faça a sua pesquisa dentro de registos das épocas.

    https://books.google.pt/books?id=RTXCG2JVjC0C&pg=PA11&focus=viewport&hl=pt-PT&output=text#c_top

    Pierre Dan – 1649 – Alger Royaume en quelle region est situé. pa. 6. Pourquoy il se trouue aujourd’huy plusgrand nombre de Corsaires en Alger, qu’cn tous les autres lieux de la Barbarie. Pag. 23.24. En quel temps ceste Ville a esté veuë la principale de la .

    Existe ainda outra situação, Portugal e França, juntaram se ao rei da Bohémia para poder passar o Jacob rei de Marrocos para as terras da Bohémia que era Marrocos. Porque antes da ordem de São João filho primogénito de D. Dinis existir a Bohémia pelos Vikings tomaram Marrocos, isto na altura de Rollo, primeiro rei de Inglaterra.

    Este Rollo, tem um sobrenome igual a Saxe, a Hesse, igual e continuo a bater na mesma tecla que o sangue dos Vikings desde 160 de Kvenland na actual Finlandia, são parentes a Carlos Magno e anterior. Isto para outras conversas.

    Cumprimentos

      • Caro amigo Frederico Mendes Paula

        Deixo lhe aqui mais uma prova de um livro com cartas de forais de Rollo e tenho a linhagem completa de Eduardo III de Inglaterra com o meu sobrenome Felgariis ou Filgeriis, até Kvenland em 160 na actual Finlandia, mas isto é para outra altura, a família era muito grande e tudo interligado.

        The History of Normandy and of England Till 1101, Volume 1
        Por Francis Palgrave

        GENERAL RELATIONS OF MEDIEVAL EUROPE ; THE CARLOVINGIAN EMPIRE-THE DANISH EXPEDITIONS IN THE GAULS-AND THE ESTABLISHMENT OF ROLLO.

        Narratione uutem historica (ait Augustimu) cum prmterita etium hominum instituta. narrantur, non inter humane. institnta. ipaa historia numeranda. eat; quia jam quaa tmnsieruut, nee infects. fieri posaunt, in ordine temporum habenda aunt, quorum eat conditor at administrator Deus.

        § 3. Far more destructive during the hateful succession of divisions and jealousies, feuds, frauds and treacheries, were the Saracens and the N orthmen, hacking and hewing, cutting and carving, making their partitions also, here with Danish battle-axe, there with Damascus blade.

        The Saracen expeditions continued the formidable warfare by which they had won the Iberian peninsula, and previously assailed the Gauls. Nothing daunted by the defeats received from Charles-Martel, they treated the Aqui- 840-877 tanian and Narbonensic Gauls as a country to , which they possessed a natural claim: in sultry 714-900

        Saracen Provence you feel to breathe the Zahara air. 881

        The Aquitanians were well inclined to fraternize g’f’i’tfel’lgd with the Mahometans. No thanks either to Adalgisius and Adalferius and the Beneventine Lombards, that the Carlovingian Emperor had not been supplanted by a Sultan of Naples, whose Emirs would have extended their conquests round to the realm of the Ommiades. Antioch, Alexandria, Jerusalem, bowed humbly before the Arab, and it seemed more than once uncertain I whether Rome would not be equally reduced to servitude. The Western Pontifl’ was threatened by the captivity inflicted upon the oriental Patriarchs: Saint Peter’s successor might groan in bondage, like the successors of Saint Ignatius, Saint James or Saint Mark. The great Mediterranean lake appeared destined to become a Moslem lake; and why not? An Emperor of Morocco, according to the reasoning so irrefutable when supported by the arguments of civilization, would have as good a right as an Emperor of France. Few early Provencal or Aquitanian Chronicles have been preserved, consequently the history of the country is very obscure. We have evidence however that the Saracens came over in great numbers. Their attacks and partial successes are not unfrequently noticed, but the….

        …larger and more continuous immigrations are only incidentally recorded. Fraxinet, a castle or fortress on the coast, somewhere nigh Fréjus, became the nucleus of a Saracen colony midway between Italy and Spain, and readily reached from Africa. This position offered great advantages. The Saracens expanded themselves over the country. They mastered the passes of the Cottian and Penine Alps, following the footsteps of Hannibal. Various localities have received their denomination from these invaders. The forét des Maures on the Fréjus coast, PuyMaura, and Mont-Alaure near Gap, the Col de Maure near Chateau Dauphin, and the whole County of Maurienne, testify their occupancy; and it is considered that the Saracen blood has left deep traces in the aspect as well as the character of the Provencals.

        With the Saracens probably came also a large proportion of Jews, who subsequently acquired considerable influence, rivalling their Spanish brethren, the Sephardim, in literature and intellectual cultivation. But the Moslems were as much at variance amongst themselves as the Christians :—a divided Caliphate in the presence of a divided Empire. The Musnud of Bagdad has fallen like the Throne of Aix-la-Chapelle

        ROBERT Giffard (-after 1129). “Radulfus Filgeriensis and Henry de Felgeriis
        GUILLAUME – WILLIAM I RAGNVALDSSON De Normandy;
        RICHARD SANS PEUR – ‘The earless’ Duke of Normandy;
        RICHARD II SANS PEUR, ‘The Good’; ROBERT SANS PEUR (PEUEREL);
        HENRY I BEAUCLERK ap William the Conqueror By the Grace of God,King of the English and Duke of the Normans

        Cumprimentos

    • Caro Pedro Caldeira Rodrigues
      A propósito da Sayyida Al-Hurra, uma coisa parece ter ficado clara e que era um mistério para mim. A imagem não é dela e está no Museu Nacional de História de Atenas. Quanto à personagem em si foi bem real, como as crónicas o demonstram. Obrigado pelo contributo.
      Abraço

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