Os mouros e seus aliados

ABD AL-MOUMEN . (1100-1163) Sucessor de Ibn Tumart como chefe dos Almóadas, que destrona os Almorávidas em Marrocos e invade o Al-Andalus, que unifica sob o seu poder

ABD AR-RAHMAN I . (731-788) Príncipe Omíada sobrevivente do Massacre de Abu Fotros, que foge para o Rif e aí organiza a conquista do Al-Andalus, onde estabelece o Emirato Omíada de Córdoba no ano de 756

ABD AR-RAHMAN III . (891-961) Foi o 8º Emir de Córdoba que se proclama Califa no ano de 929 após o esmagamento das revoltas muladis no Gharb Al-Andalus

ABDELAZIZ BEN MUSSA . Filho de Mussa Ibn Nussayr, com quem fez a conquista do Ghar Al-Andalus. Após a partida de Mussa para Damasco em 714, Abdelaziz é nomeador governador do Al-Andalus

ABDELKRIM KHATTABI . (1882-1963) Muhammad Ibn ‘Abd al-Karim al-Khattabi nasceu em 1882 em Ajdir, nos arredores da cidade de Al-Hoceima. Foi o líder da resistência do Rif à ocupação espanhola. Em 1922 Abdelkrim proclama a República do Rif a partir do seu quartel-general em Targuist e é eleito seu presidente. Após a derrota rifenha em 1927 é exilado na ilha de Reunião, onde permanece 20 anos. Quando, em 1947, faz escala no Cairo a caminho de França, escapa-se e pede asilo no Egipto. Morreu no Cairo em 1963

ABDELMALIK EL-MOUATASSEM BILLAH . Conhecido pelos portugueses pelo nome de Mulay maluco, foi o Sultão de Fez que derrotou o exército de D. Sebastião na Batalha de Alcácer-Quibir

ABEN HUMEYA . Mourisco de nome Fernando de Córdoba y Válor convertido ao Islão, líder da revolta de 1568 nas Alpujarras

ABU SABBAH AL-YAMANI . Chefe dos Árabes do Yemen que ocuparam o actual Algarve em 712, foi governador da kura (província) de Ossónoba

ABU YAKUB YUSSUF AL-MANSUR . Chefe Almóada que no ano de 1157 volta a colocar a fronteira com o Reino de Bortuqal no Vale do Tejo

ABU ZAKARYA YAHYA AL-WATTASI (ou LAZERAQUE) . Rei de Fez que derrotou os portugueses na tentativa falhada de conquistar a cidade de Tânger em 1437

AHMED EL INGLIZI . Arquitecto e engenheiro inglês que se converteu ao Islão e se juntou aos Corsários de Salé ou Salé Rovers, tendo posteriormente trabalhado para o sultão Sidi Mohamed Ben Abdellah na construção do porto e Sqala de Essaouira

AHMED EL MANSUR . Sultão de Marrocos, aclamado após a Batalha de Alcácer Quibir, sucedendo a Mulai Abdelmalek

ALGAZEL (A GAZELA) . De nome Yahya Ibn Al-Hakim Bakr, foi um dos maiores poetas e diplomata da sua época, foi enviado no ano de 846 pelo Emir de Córdoba até à corte dos Normandos, acedendo a um pedido de paz feito pelo seu rei Thorgest. Algazel já tinha prestado serviço diplomático na corte cristã de Constantinopla e conhecera a corte de Harun Ar-Rachid em Bagdade

AL-HASSAN AL-WAZZAN AL-FASI (ou LEÃO, O AFRICANO) . (1494-1554) Diplomata, geógrafo e explorador mourisco, conhecido pela sua obra Descrição de África“. Nasceu no Reino de Granada em 1494 e mudou-se para Fez ainda criança.Fez estudos universitários e trabalhou como diplomata até que em 1518 foi capturado por piratas, de onde foi levado para Roma, onde foi oferecido como presente ao Papa Leão X. Adoptou o nome de João Leão de Médicis

AL-IDRISI . (110-1165) Nasceu em Ceuta no ano de 1110. Foi um cartógrafo e geógrafo Árabe que ficou famoso pelo mapa mundi que realizou orientado em sentido inverso, conhecido como a Tabula Rogeriana, acompanhado por um livro, denominado Geografia

ALMANÇOR . (939-1002) De nome Abu Amir Muhammad Ibn Abdullah Ibn Abi Amir, de cognome Al-Mansur, “o vitorioso”, foi hájibe do Califa Hixame II. Homem extremamente ambicioso, determinado e implacável, político hábil e grande estratega militar, foi senhor absoluto da corte de Córdoba, remetendo o Califa em exercício para um papel de mera figura decorativa. Levou a cabo 57 campanhas militares contra os reinos cristãos do Norte, durante as quais nunca conheceu a derrota, fixando a fronteira ao longo do vale do Douro. Dos seus feitos contam-se os ataques a Barcelona, Santiago de Compostela, León e Pamplona

AL-MU’TADID . Abbad Al-Mu’tadid, pai de Al-Mu’tamid Ibn Abbad, foi o segundo governante da Taifa Abádida de Sevilha e conquistador de Silves aos Banu Muzayn

AL-MU’TAMID . (1040-1095) Al-Mu’tamid Ibn ‘Abbad, que ficou conhecido como o “Rei-Poeta”, Rei da Taifa Abádida durante os chamados primeiros Reinos de Taifas, nasceu no ano de 1040 em Beja, onde passou a sua infância. Participa com o pai nas várias campanhas militares contra Silves, ficando no seu governo a partir do ano de 1053. Após a morte do seu pai, no ano de 1063, Al-Mu’tamid torna-se rei de Sevilha. O final do reinado do Rei-Poeta fica marcado pelas ameaças cristãs ao seu reino, que o levam a pedir apoio ao novo soberano de Marrocos, Yussuf Ibn Tachfin, chefe Almorávida e fundador da Cidade de Marraquexe. A entrada dos Almorávidas na Península é impiedosa, unificando o território sob o seu poder, assassinando todos os reis de taifas, à excepção de Al-Mu’tamid, que é desterrado com a sua mulher ‘Itimad para Aghmat, nos arredores de Marraquexe, onde terminam os seus dias num miserável cativeiro

AROUDJ BARBAROSSA ou AROUDJ RAIS, ou BABA AROUDJ (PAPÁ AROUDJ) . (1474- 1518) Irmão mais velho de Khayr Ad-Din Barbarossa, que com ele desenvolveu a actividade corsária ao serviço do Império Otomano. Nasceu em Lesbos em 1474 e foi Bey, ou governador de Argel. Morreu em 1518 em Tlemcen na guerra contra os espanhóis

BANU BAKR . Família de muladis que se revoltam no ano de 879 em Xantamarya Al-Gharb, actual cidade de Faro, contra o poder do Emir de Córdoba, mantendo-se independentes cerca de 50 anos. O governo dos Bakr percorreu três gerações, personificadas por Yahia Ben Bakr, Bakr Ben Yahia e Calafe Ben Bakr

BANU MUZAYN . Família que governou inicialmente a Taifa de Xilb (Silves), a partir do ano de 1027, até esta ser conquistada pelos Abádidas em 1053

BENI HARUN . Família que governou inicialmente a Taifa de Xantamarya Ibn Harun (Faro), a partir do ano de 1027, até esta ser conquistada pelos Abádidas em 1053

BENJIJA . Alcaide de Asjen no início do século XVI

BOU JEMAA . Primo de Mulay Ali Berrechid que fundou uma base de mujahidins no local onde posteriormente seria edificada a cidade de Chefchauen

BOU JEMAA (BUGIMA) . Mouro da tribo Chiadma aliado dos portugueses no período do Protectorado da Duquela

CARR . Renegado irlandês que fabricava canhões na Daracana de Fez

EL AYACHI . Sidi Mohamed El-Ayachi foi um morabito e líder militar e político governante de Salé e um dos governantes da chamada República do Bouregreg

EL GLAOUI (HAJ THAMI EL MEZOUARI) . (1879-1956) Chefe da tribo Glaoua, conhecido como o Senhor do Atlas, que ficou na história pelo seu papel colaboracionista com as forças coloniais francesas na pacificação do Sul de Marrocos

EL HIBA . (1876-1919) Herói da resistência marroquina à colonização francesa, era originário de Smara, no Sahara. No ano de 1912, uma revolta no Sousse proclama-o sultão e nesse mesmo ano entra em Marraquexe com o seu exército de Touaregs, com o objectivo de destronar o sultão colaboracionista Mulay Hafid. Um exército francês derrota-o em Sidi Bou Othman e El Hiba regressa ao Sousse, onde continuará a guerra contra o invasor francês até à sua morte em 1919

ESTÊVÃO DE AZAMOR . Escravo vendido na Praça portuguesa de Azamor, Estêvão, de nome original Mustafá, é considerado o primeiro africano na América, ao integrar uma expedição espanhola ao Novo Mundo.

HAMOU ZAYANI . Mohammed Ouhammou Azayi, vulgarmente conhecido por Hamou Zayani ou simplesmente Moha, pertencia à tribo Ait Said Ou Ichou, uma das cinco que compõem a federação Ait Harkat, por sua vez uma das oito que integram a confederação Izayane. Moha nasceu no ano de 1863, substituíndo o seu irmão como chefe dos Zayane com 20 anos de idade, sendo reconhecido como Caid pelo sultão Hassan I quatro anos depois. Foi líder da resistência amazigh à ocupação francesa do Médio Atlas

IBN ‘AMMAR “AL-ANDALUSI” . (1031-1084) Natural de Estômbar, foi um dos grandes poetas do Gharb Al-Andalus. A sua vida ficou ligada à do Rei-Poeta Al-Mu’tamid. de quem foi amigo íntimo. Foi governador de Silves e ministro em Sevilha. O relacionamento controverso entre ambos ditou um final trágico na sua relação, sendo Ibn ‘Ammar morto a golpes de machado por Al-Mu’tamid numa cela onde tinha sido feito prisioneiro

IBN FADLAN . Foi um escritor e viajante Árabe do século X, que ficou conhecido por escrever um manuscrito (Kitāb ilā Malik al-Saqāliba (كتاب إلى ملك الصقالبة)) sobre suas viagens como embaixador do califa abássida al-Muqtadir para a terra dos búlgaros

IBN MERUAN . De cognome “o Galego”, foi um muladi de Mérida que estabeleceu em 875 um reino independente em Badajoz e Marvão, que duraria até ao ano de 925

IBN QASI . Ahmed Ibn Qasi foi um místico sufi natural de Silves, provavelmente um muladi, ou descendente de cristãos convertidos, de origem romana, dado que se pensa que o seu nome de família viria do romano Cassius. Fundador de uma confraria designada por Movimento Muridino, conquista o governo da taifa de Silves, de todo o Algarve e baixo Alentejo no ano de 1144. Ibn Qasi estabelece uma aliança com D. Afonso Henriques, sendo assassinado pelos Almóadas no ano de 1151

IBN SAHIB AS-SALAT . Cronista Árabe do período Almóada, conhecido pelas suas crónicas inflamadas contra os cristãos

IBN TUMART . (1080-1128) Fundador dos Almóadas, que se proclama Mahdi na Mesquita de Tin-Mal, no Alto Atlas, e exorta os muçulmanos a fazerem a guerra santa

IBRAHIM SUFIANI . Alcaide de Alcácer Quibir à data da Batalha de Alcácer Quibir, em cuja casa o corpo de D. Sebastião esteve sepultado durante cinco semanas antes de ser entregue às autoridades portuguesas de Ceuta

IBRAHIM VARGAS . Mourisco nascido em Hornachos, na Estremadura espanhola, primeiro governante da entidade política que deu origem à chamada República do Bouregregue

IDRIS I . Príncipe Omíada refugiado em Marrocos após o massacre de Abu Fotros, fundador da Dinastia Idrissida

‘ITIMAD RUMAIKYA . Mulher de Al-Mu’tamid, que conheceu na condição de escrava de um nobre chamado Rumi. Conhecida na corte de Sevilha como Saídat-al-Kubra, a grande senhora, odiada por muitos dos seus juristas e religiosos, prontos a traírem e difamarem  seu nome. foi desterrada com o Rei-Poeta para Aghmat, após a conquista Almorávida

JAUDAR PACHA . Renegado castelhano que, ao serviço do Sultão Ahmed El Mansur, conquistou o Mali

JOSEF KLEMPS . Conhecido como o Peregrino Alemão, era um artilheiro desertor da Legião Estrangeira francesa. Convertido e casado com quatro mulheres, este “aventureiro romântico” torna-se o chefe da artilharia de Abdelkrim Khattabi, que lhe chamava “o meu grande artilheiro”

KHAYR AD-DIN BARBAROSSA (ou KHAYR AD-DIN PACHA) . (1470-1546) Considerado um dos maiores corsários e todos os tempos. De origem turca, estabelece-se em Argel, sob a protecção do Império Otomano, cuja soberania garante na região. A sua actividade era sobretudo a de capturar populações e vendê-las como escravas, e o seu raio de acção ia desde o Mediterrâneo ao Mar do Norte. Foi nomeado Bey de Argel após a morte do seu irmão Aroudj. Ficou célebre pelo número de cativos que aprisionava, como são exemplo os 9.000 prisioneiros feitos em Lipari ou os 4.000 prisioneiros feitos na ilha de Ischia. Nasceu em 1478 na ilha de Lesbos e morreu de morte natural aos 79 anos em Istambul, com o título de Pacha

LALLA ZIDANA . Também conhecida como a Imperatriz de Marrocos no tempo de Mulai Ismail, era o “terror do Harém” do Sultão

LATAR . Alcaide de Tadla, foi um dos intervenientes na Batalha de Boulaouane ou dos Alcaides do dia 14 de Abril de 1514

LAUREANO . Renegado espanhol, também conhecido como Sidi Ahmed, que se tornou físico particulat do Sultão Mulai Ismail

LEÃO “O AFRICANO”, El-Hassan Ben Mohammed el-Ouazzan . (1494-1554) Diplomata, geógrafo e explorador mourisco, conhecido por sua obra Descrittione dell’Africa (Descrição de África)

LUTETE . Foi um dos alcaides intervenientes na Batalha de Boulaouane ou dos Alcaides do dia 14 de Abril de 1514

MANSORICO . De origem espanhola, era um dos alcaides renegados mais poderosos do reinado de Ahmed El Mansur

MOHAMMED “AL-BURTUGHALI” . Sultão de Fez, filho de Mulay As-Said Ash-Sheikh, que estudou em Portugal, sendo por esse motivo assim conhecido em Marrocos. É também denominado o Português, “L-Bartqiz”

MOHAMMED ECH-CHEIKH . Xerife Saadi que conquistou a Fortaleza de Santa Cruz do Cabo Guer aos portugueses em 1541

MULAI ABDEKMALEK (ou MULAI MALUCO) . Sultão de Marrocos que defrontou o exército de D. Sebastião em Alcácer Quibir, tendo morrido nessa batalha envenenado

MULAI ALI BERRECHID . Mourisco fundador e alcaide da cidade de Chefchauen, conhecido pelos portugueses pelo nome de Barraxe

MULAI AS-SAID ECH-CHEIKH . Alcaide de Arzila que estabeleceu um acordo de paz com os portugueses após a sua conquista dessa Praça. O seu filho foi enviado para Lisboa, para aprender a língua e os costumes portugueses. Por esse motivo o filho de Mulay As-Said Ash-Sheikh é hoje conhecido em Marrocos como “o Português”

MULAI IBRAHIM . Filho de Mulay Ali Berrechid e irmão de Aicha As-Sayda Al-Hurra, foi valido do sultão de Fez e um dos grandes opositores à presença portuguesa no Norte de Marrocos

MULAI ISMAIL . Sultão Alauita que mandou construir uma cidade para servir de capital, Meknés, que é por vezes chamada “Versalhes de Marrocos”, por causa da sua extravagância. Ficou famoso como uma das figuras marcantes da história de Marrocos, bem conhecido pela sua crueldade lendária

MULAI MOHAMED EL-MUTAUAKIL . Rei de Fez deposto pelo seu tio Abdelmalik. Pede auxílio a D. Sebastião, sendo o aliado dos portugueses na Batalha de Alcácer-Quibir

MURAD RAIS (JAN JANSZOON VAN HAARLEM, JAN JANZ, CAPITÃO JOHN, O “GRANDE ALMIRANTE”) . (1570-1641) Nasceu em Haarlem, na Holanda, quando o seu país estava ocupado pelos espanhóis. Ingressa na marinha e é capturado por corsários muçulmanos nas ilhas Canárias. É levado para Argel, onde se converte ao Islão e toma o nome de Murad Rais, ”o jovem”. Adere ao corso e escolhe Salé como sua base, da qual se torna governador. Entre 1619 e 1627 é eleito Presidente da chamada “República do Bouregreg” e entre 1640 e 1641 é Governador de Oualidia. Dos seus feitos contam-se um raid à Islândia e vários ataques a Inglaterra. Foi o mais famoso de todos os “Salé Rovers”

MUSSA IBN NUSSAYR . Sucessor de Oqba Ibn Nafi no governo da Ifriqya. Comanda a segunda invasão Árabe da Península no ano de 712

OQBA IBN NAFI .  (622-683) General ao serviço dos Om+iadas de Damasco, que no ano de 670 comanda um exército através do deserto do Egipto com a missão de submeter todas as tribos berberes do Norte de África. Na sua marcha para o Ocidente funda a cidade de Kairouan na actual Tunísia, onde fica sediado o governador da Ifriqiya. Oqba atinge a costa atlântica no ano de 684, consumando a conquista do Magrebe

RAHU BEN XAMUT . Chefe dos Uled ‘Amran que matou Nuno Fernandes de Ataíde

SALAH BEN SALAH . Capitão de Ceuta à data da conquista da cidade pelos portugueses em 1415 e de Tânger à data da conquista falhada de 1437

SAYIDA AL-HURRA . Foi a mais célebre de todas as corsárias do Magrebe. De origem Andalusa, estabelece-se com a sua família em Chefchauen e torna-se governadora da cidade de Tetuan, que manteve durante 30 anos. Sayyida Al-Hurra nunca esqueceu a humilhação de ter sido forçada a abandonar Granada e torna-se uma temida corsária que ataca sobretudo os navios portugueses que faziam a rota Lisboa-Lagos-Ceuta. Foi uma activa negociante de captivos da guerra do corso, negócio com o qual ganhou um poder imenso, dizendo-se que “comandava milhares de navios”.

SIDI AL-AROUS . Alcaide de Alcácer Quibir no início do século XVI, conhecido pelos portugueses pelo nome de Cide Talha Laroz

SIDI ALI AL-MANDARI . Conhecido nas crónicas portuguesas pelo nome de Almandarim, foi um general e arquitecto granadino expulso da Península, responsável pela refundação da cidade de Tetuan. Lutou activamente contra a presença portuguesa em Marrocos, estabelecendo em Martil uma importante base corsária

SIDI HAMMOU TALEB . Conhecido por “bab n umarg”, que em Tachelhit significa “mestre da poesia”. Sidi Hammou nasceu em Aoulouz, no século XVI, e viveu percorrendo as aldeias da região recitando os seus poemas ou versejando

SIDI MAIMUN . Mouro de paz aliado dos portugueses na Duquela

SIDI MOHAMED BEN ABDALLAH . (1710-1790) Sultão Alauita que reconstruíu Essaouira e Anafé em 1770 e pôs cerco a Mazagão em 1769

TARIF BEN XAMAUN . Berbere do Rif que em 710 fez uma incursão de reconhecimento ao Al-Andalus, desembarcando no lugar da actual cidade de Tarifa

TARIK IBN ZYAD . (670-720) Berbere rifenho governador da cidade de Tânger que comanda a primeira invasão Árabe da Península no ano de 711, derrotando o exército de Rodrigo na Batalha de Guadalete

THÉODORE CORNUT . Arquitecto e engenheiro militar francês que trabalhou para o sultão Sidi Mohamed Ben Abdallah na reconstrução da cidade de Essaouira

YUSSUF IBN TACHFIN . Chefe dos Almorávidas que funda a cidade de Marraquexe no ano de 1060, unifica Marrocos sob o seu domínio e invade o Al-Andalus em 1086 acedendo ao pedido de ajuda feito pelos Reinos de Taifas, que dissolve, estabelecendo um império que se estende do Gana ao Rio Tejo

12 comments on “Os mouros e seus aliados

  1. Boa tarde, caro amigo Frederico

    As cartas de registo entre a Boheme e Africa e a ligação a Portugal por Dresden em Vimarae e Saxe, o mundo é muito pequeno. Os direitos da casa dos condes de Schoenburg de onde vem Ferz, a minha 8 avó matterna Ferz casa com o Sr. João Vimarae e é preciso ir procurar a verdade na Alemanha.

    1635 d. 20 Octbr. valedixisset, Lipsiae theologicis studiis operam dedit: anno autem 1645, d. 19 Nov. ad Pastoratum Portensem sponte a Superioribus invitatus, d. 16 Dec. Dresdae confirmatus et ordinatus est. Dresda Salzam reversus est, mox Portam aditurus, non amplius duodecim milliariis Germanicis Salza distantem

    Anno, denique 1712 evenit illa venditio, quae fatalis Scholae portensi fieri potuit, nisi Deus avertisset. Augustus, enim Saxo, Rex. Polonorum creatus, „imio magnificentiae studio et infelici belli Suecici exitu, cum opes, suas exhausisset, pacto Lipsiae cum Guilelmo Ernesto, Duce Wimariensi, d. 17 Oct. inito reditus Scholae Porten„i, et jura feudalia, quae ipse in eam habuit, duodenos in annos oppigneraverat ac, nisi stato tempore Portam redemisset, verendum erat, ne illa jam tum Albertinae stirpi eripe,etur.*) Die 12 Decemb. hora 12 meridiana a. 1712 Portensia bona per legatos Regis Duci

    Recessus ille, quo d. 17 Oct. 1112. Reditns scholae Portensis Duci Vimariae in 12 annos venditi erant, T 7 post annum 1722 prolongatus est usque ad Festum S. Michaël. 1733

    ———————————————————-

    1786 – ‎1289 du consentement de ses frères y), au Roi de Bohème WENcESLAv II. … Diepoldisualde, lWrouvenslein, Lewenstein, Seydou e, Heyn, Statim, Tufenou e, Sumauy-Ferz, Caslrum Radeherg, Lybenteil, Vylin, Oppidum Radeberg, Lusenicz,

    Voici donc les fondemens du droit, qu’à différentes reprises, la Bohème a réclamé, pour répéter l’ ancienne cérémonie de conférer à chaque changement de regne, comme des Fiefs de Bohème, différens endroits, d’ailleurs incontestablement soumis à la Supériorité territoriale de l’ Electeur de Saxe.

    L’ Empereur ADoLPHE # 1298 donna, dit on, la Ville de Dresden, Radeberg, Dohna & le Friedeuald, qui ne lui appartenoient point, au Roi de Bohème W E N c E s LA v II, qui selon le Document questionné en auroit été déja auparavant maître légitime, pour le récompenser des services reçus de sa part contre les Marggraves FR É D E R 1 c le Mordu & T H I E R R 1 le jeune ou T1 c E M A N N fils d’ AL B E R T le Dénaturé, & héritiers de FRÉDERIc le Bigue leur Cousin germain.

    Agora temos novidades que mostra que Fez é também Hez, ou Herz ou Farz ou Harz ou Ferz e os registos dos nossos aliados e parentes a boheme

    1682 – ‎Lidas – ‎Mais edições
    Sochmög: den Friden zu continuirenftore auch daß der Babassan Ä dem Bönig von Ferz ins Land gefallen/ vnd Bdarinn eine Staet/ genannt Saschlol einge” nommen vnd außgeplündert/weil sie sich zur S> R>. » Gegenwehr geseget.

    Sochmög: Para os frades também, que o babaçu caiu na terra do rei de Ferz, e Bdarinn, uma robusta chamada Saschlol foi levada e saqueada, porque eles cederam à sua resistência

    SQrdentliche Foëhentliche Post- Zeitungen / dises 1682. Jahrs/ den 29. November. – AußCadir/vom 7. November (neste registo fala do rei Ferz em alemão e das ligações a Ismael Muley)

    ———————————————————-

    Fez: s. f. ant. (V. HEz.) Fez: Geog. Provincia y sultanato de África, en el imperio de Marruecos, comprendida entre el Mediterráneo al N., el Atlántico al O., las provincias de Marruecos y Tafilet al S. y la Argelia

    Villers Saint-Sépulcre, Hez

    seigneur de Hez en 1220 (3). Il eut deux fils : Eustache de Hez, chevalier, et Manassès de Hez, qui figure dans des titres de Froidmont de 1237 [4] et qui se croisa avec saint Louis en 1248. Eustache de Hez laissa aussi deux fils: l’un, Jean de Hez, damoiseau, vendit à l’abbaye de Froidmont son manoir du Plessier, au mois de janvier 1263 (v. s.) (5); l’autre, Atlseau de Hez, damoiseau, figura dans le même contrat auquel il donna son consentement. Mânassès de Hez, frère d’Eustache, dut un fils appelé Guillaume de Hondainville, qui, en qualité de seigneur du flef, approuva la vente rapportée ci-dessus.

    du Pleffis-Billebault & de Mareüil, l’un des Seigneurs qui furent faits Chevaliers de la main du Roy Philipes le Belle jour de la Pentecôte 1313. & depuis Marêchal de France » étoit mort avant le 6. Juin 1324. que sa Veuve Isabelle de Heilly , Dame de Mareüil, obtint du Comte de Clermont , Sire de Bourbon , la permission de fonder une Chapelle dans fon Chasteau du Plessis-Billebault prés la Foreft de Hez

    Cada terra escreve e lê diferente a mesma palavra e é preciso entender que Fez ou Ferz é o mesmo foram parentes de sangue, e obrigado ao caro amigo Frederico Paula por ter a gentileza em relembrar o passado da família, os monumentos e pessoas indiferentes à sua classe social.

    Obrigado por este tema “Os mouros e seus aliados”

    Cumprimentos
    João

  2. Boa tarde, caro amigo Frederico Paula

    Vou deixar algo interessante para ficar a pensar a titulo informativo, porquê que Filipa de Lancastre filha de João de Gant e filho de Eduardo III de Inglaterra, casa com o seu primo João I rei de Portugal, porquê ? As incoerências neste Portugal é descobrir gente que não tem nada disto e pretendem todas as maravilhas da monarquia e inventam situações e se não fosse as cartas de forais que tenho estava desgraçado, a mentira passava a verdade absoluta.

    Sangue o mesmo, o apelido o mesmo, a mesma casa que deu origem a Portugal. Possuo 30 cartas de forais de Inglaterra com Anjou Geofredo V casa em segundas núpcias com Mathilda filha de Henry I Inglaterra, o mesmo apelido. As escrituras 17 e 18 de Espanha falam do meu nome.

    Ad Natale ‘ fuit rex Henricus Argentomagi, et tenuit ibimagnam curiamin nova aula sua.Mathildis, filia regis Henrici, cum infinita pecunia et apparatu maximo ducta est in Alemanniam ad sponsum suum Henricum, ducem Sausoniae* et Bajoariae; quo 1 23 décembre 1167.

    * Snxonie F et Va. — Henri le Lion, duc de Saxe et de Bavière, fiis de Henri, duc de Saxe et de Bavière, et de Gertrude, laquelle était Lille de l’empereur Lothaire. Le départ de Mathilde pour l’Allemagne eut sans doute lieu à la fin de l’année 1167 : en effet, on lit sur le rôle de l’échiquier de la treizième année de Henri Il (1166-1167): « In liberatione trium navium de Shorham que abierunt in Saxoniam « cum filia regis; p Madox, The hisloi’y of Ihe exchequer, p. 25l, note b. Beaucoup de passages du rôle de l’année suivante sont relarum ducatuum unum habebat ex patre suo, alternm ex matre. Pater ipsius fuit Henricus dux, qui fuit natus ex filia Lotharii imperatoris, qui ante Corradum imperaverat. Hic Henricus, scilicet junior, qui filiam regis Anglorum duxit, super Paganos, scilicet Sclavos et Vindelicos, tantum adquisivit, quod fecit ibi 1res episcopatus ■.Obiit* Terricus, comes Fiandrensis, cui successit Philippus f1lius ejus, qui jam diu comitatum illum rexerat, cum pater illius iter Jerusalem frequentabat. Stephanus de Filgeriis, capellanus regis Henrici, factus est episcopus Redonensistifs à un aide qui fut levé en Angleterre à l’occasion du mariage de Mathilde avec le duc de Saxe : « Auxilium filie regis, auxilium Ma« tilde filie regis, auxilium ad maritandam flliam regis; » Madox, ibid. p. 398 et suiv.

    1 Deux de ces évéchés avaient leurs sièges à Ratzebourg et à Mecklembourg. — Après le mot episcopatus, on a gratté dans M la valeur d’un peu plus d’une demi-ligne, et à la place du passage gratté on a éerit le mot Obiit.

    * Thierri d’Alsace, comte de Flandre, mourut le jeudi 4 janvier 1168 ; Lambert de Waterloo, dans Recueil des historiens, XIII, 42é.

    1 Slhephanus M. — Les trois articles suivants sont omis dans F, VaetVi.

    * Etienne de Fougères a éerit lui-même une notice de ce qu’il avait fait pour sa cathédrale. En voici les premiers mots, d’après un ms. du xn* siècle, provenu de Saint-Melaine de Rennes et conservé à la bibliothèque de Rennes sous le n* 1030 : « Digna memorisa gesta prio« rum inops seriptorum delet oblivio, unde rebus ecclesiasticis et « dignitatibus maximum provenil detrimentum. Eapropter ego Stephanus de Filgeriis, Redonensis ecclesias talis qualis episcopus et « regis Anglia e capellanus, qua e ad utilitatem ecclesi» nostrae et ho« norem rationabiliter adquisivi memoris traducere proposai, non • inanis gloriœ titulo ductus, sed in hoc aliquanlulum mere sperans « anima? subsidium, ut quicunque legerit ista devoto corde et benigna

    Henry died on 1 Decmber 1135 at Lyons-La-Foret, Normandy and his daughter Matilda became his heiress as he had no surviving male heir.

    Stephen of Blois, Henry’s nephew, usurped the throne which plunged the country into a civil war that ended with the accension of Matilda’s son, Henry II in 1154.

    Charter of Henry I. (as king of the English and duke of the Normans) confirming (concedo) for the weal of [the soul of] his father and mother and all his predecessors and of his own and those of his wives and of their offspring, the gift, by Ranulf de Vireio and William and Roger his brothers, with Agnes their mother and their wives, Adelina wife of Ranulf and Isabel wife of William, to the church of SS. Gervase and Prothase of Vire (Vireium), namely [donations in Normandy]. and in England 20 shillings sterling from the tief of the count of Mortain. All this the said brethren, with their mother and their wives, have bestowed upon that church, for their weal and that of all their predecessors and their sons, by consent of their lords,Stephen count of Mortain and Henry de Felgeriis, who themselves desired to partake in this endowment with their predecessors and their wives. And they have delivered the said church, with all these endowments to the Holy Trinity of Savigny and its abbot, by their lords’ appointment and wish, Turgis bishop of Avranches and the canons granting it also, The king agrees also that monastic rule (ordo monasticus) shall be established in that church, by disposition and direction of the monastery of Savigny, under a prior or, if it be possible, an abbot (fn. 24) .´

    Henry I de Inglaterra, nasceu em Fougeres filho de Wiliam I o conquistador, tenho a genealogia completa até este individuo 160 que vieram de Israel e outro tronco veio por Carlos Magno e outros ligados à Europa Central com ligação a um irmão e senador de Roma.

    FORNJOT ‘THE WIND’King in Kvenland
    BIRTH: Abt 160 in County Unknown, FinlandDEATH: Abt 210FATHER: UnknownMOTHER: Unknown
    MARRIAGE: Unknown
    CHILDREN: 1. Kari FORNJOTSSON – Birth: Abt 185 in County Unknown, Finland
    2. Logi FORNJOTSSON – Birth: Abt 190 in County Unknown, Finland
    3. Hlessey FORNJOTSSON – Birth: Abt 192 in County Unknown, Finland
    4. Hler FORNJOTSSON – Birth: Abt 194 in County Unknown, Finland
    Fornjót is said to be “a king” and that he “reigned over Gotland”, which we now know as Finland and Kvenland. Fornjót is said to be just “a man”. His great-grandson Old Snow and his son Thorri are said to be kings in Kvenland.

    Kvenland appears only in relation to Thorri of whom it is said that “he ruled over Gothland, Kvenland, and Finland”. No mention that anyone of them had been Kvens. Hversu’s brief mention that Kvens sacrificed to Thorri indicates that Kvens are meant to be his subordinates and most probably of different nationality.

    Anjou e Foulque são irmãos que vem da casa de Engelger e estas casas casam a Inglaterra

    21 mars 1232 – Raimond du Falga ou de Felgar, né au château de Miremont et provincial des frères prêcheurs, est élu évêque de Toulouse. Il est le quarante-deuxième évêque de Toulouse. Il marche sur les traces de Foulque, son prédécesseur, poursuit avec vigueur les hérétiques et défend avec ardeur les droits de son église. Notes sur l’histoire du Languedoc-Tome 4 P 355-
    Article Société Archéologique

    12 oct 1270 – Le pape Clément IV écrit à Raimond du Falga en le qualifiant de “son très cher frère ”

    19 oct 1270 – Mort de Raimond du Falga après trente-neuf ans d’épiscopat. Inhumé dans l’église des Dominicains, on peut encore y voir son tombeau et son épitaphe dans laquelle il est fait un grand éloge de sa personne
    Notes sur l’histoire du Languedoc. – T 4 P 355 – Article Société Archéologique

    1271 – Le “Saisimentum comitatus tolosani “met en évidence que les de Miremont sont scindés en deux branches: celle de Miremont représentée par Bernard et Sicard, et celle de Saint-Léon Auragne constituée d’un autre Bernard et d’Adhémar
    Miremont d’hier et d’aujourd’hui – P 11 –

    4 aout 1346 – Signature du contrat de paréage entre Bernard de Miremont, Sicard de Montaud, Bertrand du Falga et Louis, duc d’Anjou

    1351 – Guillaume d’Espagne est évêque de Pamiers jusqu’en 1371. Guillaume est un des fils d’Arnaud 1° d’Espagne et de Gaillarde de Miremont ( soeur de Raimond de Miremont ), qui apporta à son mari toute la fortune de sa maison, dont le joyau était la seigneurie d’Auvergne

    Agradeço a sua paciência em me deixar postar a titulo informativo a verdade dos fatos das casas, sendo a casa de Saxe que deu origem a Vimara e esta deu acesso a Vimarae ou Vimarana ou Vimarano e desta nasceu Portugallo, registo anno 900.

    Os meus cumprimentos
    João

  3. Boa noite, caro amigo Frederico Paula

    Relativo ao reino de Fez com França, existe uma ligação de Ferz ou Fez à Alemanha, na casa de Bonaviere (hoje não existe a casa, situava se em Munique – Baviera)

    Dictionnaire de la noblesse contenant les généalogies, l’histoire & … – 1869

    du Fez (second fils de JEAN, IIe du nom, & de Jeanne de Buret), épousa Jacqueline de Mary , fille de Robert, Seigneur de Mary , dont vinrent : 1. PIERRE, qui suit ; 2. GUILLAUME, Seigneur de la Vicomterie ; 3. Et JEAN, auteur de la branche des Seigneurs du Fez, rapportée ci-après. VII. PIERRE DEs MoUsTIERs, Seigneur de Neufmesnil & de Germanville, épousa Guillemette de Buret, fille de Richard, Seigneur d’Avon, Contrières & Vassy. De ce mariage vinrent : 1 1. GUILLAUME, qui suit ; 2. JEANNE, qui épousa Charles de Beaugendre, Seigneur de Saint-Martin ; 3. Et GILLETTE, mariée 1° à Charles de Gourmont, Seigneur de Baudretot; & 2° à Renaud Anquetil.

    Histoire génealogique de la maison de Harcourt, Volume 4 – 1726

    Le second fils de Iean des Moustiers, & de Ieanne du Buret suc Nicolas des Moustiers Seigneur de NeufnWhil, de la Vicomccrie, du Fez, & de Saint Gabriel, marte à Iacqueline de Marry fille de Roberc Seigneur de Marry, dont sortit Iean des Moustiers Seigneur du Fez, &ses frères GuillauraeSeigncur dela Vicomccrie, & Pierre Seigneur de Neufmesoij, & de Germanuillc marié a Guillcmcttc du Buret fille de Richard du Buret Seigneur d’Agon

    (acho que neste registo enganaram se a escrever, porque na minha pesquisa encontro a casa de Duc de Ferry e não Ferz,)
    Duc Charles donna pareille procuration à Liébald du Ghâtelet Bailly de Nancy & à Jean de Ludes , pour sommer Robert Duc de Bar , d’accomplir le mariage conclu entrè Bonne de Bar fillc de Robert, & le Prince Ferz ry frere du Duc Charles, conformément au traité de 1379

    Desta casa de Moustiers temos matrimonio a Savoie e Albon (esta casa de Albon que vem de Lyon e Grenoble casa titular de Guigues)

    Cluny – registo de França – 1730

    GUIGUEs I du nom, dit lentil comte d’Albon, fut le premier qui poseda quelques terres aux environs de Grenoble vers 1o4o. (a) il donna ce qu’il pos- ( )Hist do · sedoit dans la vallée de Sezane aux chanoines d’Oulx en Dauphiné l’an 1o53. fut # revêtu de l habit religieux à Cluny par S. Hugues l’an 1o75. & y fut enterré suivant tome i. P. . la Chronique de l’ordre de Cluny, & la vie de S. Hugues abbé de Cluny, écrite par Hildebert evêque du Mans. · · Femme, GOTHELENE, selon Guichenon est enterrée à Cluny. I.

    GUIGUES II. du nom, dit le Gras comte d’Albon, qui suit. 2. GUiGuES-RAxMoND a donné origine aux comtes de Forest , rapportez cyapres. $. I. 3. & 4. RICHARD & ARMAND , morts sans posterité

    JEAN d’Albon, Hit de TEstmajse , seigneur de S. André , capitaine châtelain de Bessenay, né en 1374. servoit dansl’armée du Roy contre les Anglois & les Bourguignons , desquels il demeura prisonnier en 1417. Le chapitre de Lyon l’élut en 1420. pendant sa prison bailly & gouverneur de toutes les terres de l’église de Lyon, & ‘TM il tint ce bailliage & gouvernement jusqu’à sa mort : il testa le 22. septembre 1442. Femme , GUILLEMETTE de Laire , fille de Rodvlphede Laite , &de Béatrix deSalzac , dame de Cerzieu en Forez.

    Antoine d’Albon, abbé de Savigny & de l’Ifle-Barbe , lieutenant de roy au gouvernement de Lyon, pais de Lyonnois , Forez, Beaujollois, Bourbonnois, haute & basse Marche, pais de Combrailles &c S. Pierre-le-Moustier, successivement archevêque d’Arles & de Lyon, fut légataire de son pere & exécuteur de son testament du y. janvier i$6o. & mourut le 24. septembre 1574. Voyez. Gall. Christ, édit, de 16^6. tome 1. p. $34.

    Existe uma ligação forte entre o reino Persa, com Marrocos com Ferz ou Fez e no tempo de Jerusalem existem matrimónios entre França com Princesas Persas, até vem descrito numa resenha de Philippe Augustus Rex de França.

    Cumprimentos,

  4. Boa noite, caro amigo

    Deixo lhe isto, é seu da sua casa, também existem ligações a Sevilha e Andaluzia de onde vem o nome Paula com ligação estreita a Leopoldo I da Austria e a Marrocos, nestes links que lhe deixo são livros com registos. Existe de fato ligação de Paula nos nomes da realeza Portuguesa e no registo de Jesuits de 1715 da Alemanha não diz que a filha de Leopoldo I casa com D. Joao V, pelo contrario e fala de um outro nome que casa com um principie em Espanha. Os livros que relatam os matrimónios só existe em Portugal, noutros reinos não vem mencionado os matrimónios e estranho. Paula aparece só depois do ano 1794 em Portugal como registo da realeza, quando não são infantes nem netos de reis em Portugal.

    https://books.google.pt/books?id=_0eeQspSAQIC&pg=PA139&dq=Fr.+Francisco+de+Paula&hl=pt-PT&sa=X&ved=0ahUKEwjmt7H789fjAhVYRBUIHSUkAhgQ6AEIKTAA#v=onepage&q=Fr.%20Francisco%20de%20Paula&f=false

    https://books.google.pt/books?id=_0eeQspSAQIC&pg=PA80&dq=S.+Francisco+de+Paula+filho+de&hl=pt-PT&sa=X&ved=0ahUKEwjYrNqm9tfjAhUjUxUIHZ1hByUQ6AEIKzAA#v=onepage&q=S.%20Francisco%20de%20Paula%20filho%20de&f=false

    Do Reverendiffimo Padre Vigario Geral Fr. Francifco de Paula Bofio, tirada das Memorias do feu primeiro Hofpicio, e hoje Real Convento Generalicio de Lisboa.

    N O anno de 171o. veyo a efia Corte Fr. Afcenfo Baquéror, Leigo da Ordem de S. Francifco de Paula, filho da Província de Sevilha, e Conventual do Convento de No/a Senhora da Confolaçaõ de Utrera, no Reyno de Andaluzia Baixa. Hofpedou-fe em cafa do I//u/frifo fimo, e Excellenti/imo Marquez das Minas D. Francifco de Soufa, avó do Senhor Marquez prefente D. Antonio Caetano de Soufa; onde naõ fó achou as circunfiancias de boa bofpitalidade, mas tambem huma grande devoçaõ ao Santo Patriarca: do qual, e do feu Inflituto, teve o fobredito Marquez de boa memoria, bafiante noticia, quamdo efleve no Reyno de Cafiela

    Jesuits (BOHEMIA) 1716
    Augustales cunæ serenissimi archi-ducis Austriæ … Leopoldi Joannis Josephi Antonii Francisci de Paula Hermenegildi Rudolphi Ignatii Balthasaris … genethliacis honoribus, flammisque nocturnis illustratæ a Societate Jesu hæreditariæ provinciæ Boëmæ

    • Continuação

      Agora os registos que falo do nome Paula

      Augusto Romano Sanches de Baena e Farinha de Almeida Sanches de Baena (Visconde de) – 1867
      FRANCISCO DE PAULA, filho do primeiro Conde de Rio- maior, João de Saldanha, Moço Fidalgo. Foro de Fidalgo, por Alvará de 20 de Julho de 1811. Livro 16.° foi. 151.

      FRANCISCO MANUEL DE PAULA. Medico effectivo da Real
      Camara, por Alvará de 18 de Agosto de 1812.
      Livro 21.° foi. 68.

      FRANCISCO DE PAULA, filho do primeiro Conde de Riomaior, João de Saldanha, Moço Fidalgo. Foro de Fidalgo, por Alvará de 20 de Julho de 1811.
      Livro 16.° foi. 151.

      FRANCISCO DE PAULA CHAVES. Reposteiro da Camara do Numero, por Alvará de 30 de Outubro de 1818. Livro 47.° foi. 184.

      FRANCISCO DE PAULA CORDOVIL DE BRITO DE VALLADARES LIMPO DA ROCHA BOCARRO, filho de Francisco José Cordovu de Brito -Mousinho de Valladares Souto-maior, Fidalgo Cavalleiro. O mesmo foro, por Alvará de 20 de Novembro de 1816. Livro 40.° foi. 45 verso.

      FRANCISCO DE PAULA LIBORIO DE SOUSA MARIZ SARMENTO, filho de Manuel Liborio de Sousa Mariz Sarmento e neto de Antonio Caetano de Sousa, Fidalgos Cavalleiros. O mesmo foro, por Alvará do 1.° de Outubro de 1818.
      Livro 46.° foi. 176.

      FRANCISCO DE PAULA MARTINS. Reposteiro da Camara do Numero, por Alvará de 21 de Fevereiro de 1820. Livro 63.° foi. 164 verso.

      São alguns exemplos do aparecimento de Paula, quando anterior a 1794 eram padres e bispos, não eram Infantes e portanto nem deviam conter outros nomes, com a eliminação dos Jesuítas e da estrutura da Igreja, Paula que vem da Austria com ligação a Espanha e entrou em Portugal por Carlota Joaquina.

      da casa da Austria que conheço muito bem, porque Felga e Englisberg, como Gruyeres foram parte dessa casa com enumeros matrimónios entre Austria e Fribourg, Savoie, Guigues e este era pai de Felgar ou Fauge

      FAUGE. L’Empereur Ferdinand III. mettant en considération les grands & importans services rendus à la maison d’Autriche , par Claude-Henri, dit le Capitaine de Fauge, & son frère Charles de Fauge, Général en chef des troupes de Savoie , & de celles de Charles IV. Duc de Lorraine, les éleva à la dignité de Francs-Barons de l’Empire, avec toute leur postérité de l’un & de l’autre sexe , paf lettres données à Vienne le rj. Octobre 1651. La famille de Fauge est originaire de Savoie* Alexandre de Fauge eut pour fils Guigues, Ecuyer, marié en 1611. à’Antoinette de la Chapelle , de laquelle il eut Claude de Fauge, Seigneur de la Chapelle, qui testa en 1587. ayant été allié en 1563. à Claudine Bernard, fille d’Ignace , Seigneur de Cossy, de iaquelle il eut entr’autres enfants , Jean-Antoine de Fauge, qui épousa en 1599. Philippe-Suzanne des Chavanne:, fille de Philippe , Seigneur de Reigney, Gentilhomme du Duc de Savoie, & de Claudine de Michailles

      Guigues III. dit Dauphin , qui luy succeda Mathilde ou MAHAut , qui épousa Amé III. Comte de Savoye, & qui fut mere de huit enfans , & entr’autres d Humbert III. Comte de Savoye, de Piémont & de Maurienne ; & de Mahaut de Maurienne ou de Savoyè, femme d’Alphonse Roy de Portugal.

      Dauphin de Viennois, fils du Roi de France. Son frère aîné , qui continua la lignée , épousa en 1443. Misene Isalguier, laquelle institua pour son héritier , par son testament du 3. Juillet 1483. son fils aîné , Manaud, Seigneur de Noé , de Saveres, d’Audars, de Fauga ou Hauga

      Hélène ì Douce , dont il s’agit icy; Florence mariée par contrat du 13. Janvier 1347. avec Olivier Seigneur de Cazillac i & Marguerite, femme de Jean de Falgar, fils de noble & puissant Seigneur Guignes, Baron de Falgar Diocèse de Beziers , & d’Izabcau de Roqucfeuil, lequel par son Testament fait au château de Falgar le 12. Décembre 1358. fit un leg à Marguerite d’Agrcfeiiille sa belle-fille, • étant alors veuve.

      Caro amigo eu estou muito bem documentado, estas casas casam a Portugal e eu tenho os registos dos matrimónios de França. O meu nome é filho de rei e somos de Savoie, Piemont Maurienne e que esta casa é de Saxe.

      Cumprimentos

        • Bom dia, Caro amigo

          Existem muitas incoerências neste Portugal e a minha família que é tudo um pouco de muitas casas, como os Bourbon que não gosto desta gente porque assassinaram a própria família e eu tenho princípios. Os bourbons vieram de uma casa de Tour de Le Pin, a seguinte que lhe tinha dado acesso foi Auvergne e depois por fim Dauphin de Viennois, o Guigues (o pai do nome Felgar ou Falgar ou de Nöe ou Montesquieu), esses bourbons se conhecesse a história desta casa de bourbon ficava assustado, dizimou aldeias, assassinou crianças, velhos, mulheres só por querer ter mais dinheiro e poder. O amigo deve ter presente o sucedido o que aconteceu ao empresário do Norte em Braga, por causa de património e de eliminação do corpo, isto é uma pequena mostra da monstruosidade destes animais. Os meus desde do seu inicio de Saxe, Italia, Austria, França, Portugal, Inglaterra, Dinamarca, Polonia e Espanha sempre tiveram bom coração e isto mostra nos relatos da vida para com a família.

          Em todo caso vou procurar em alguns registos mais antigos do nome Paula, da casa de Roma e talvez encontre mais alguma coisa. Relativo às famílias com o nome bourbon em Portugal já aconteceu horrores, assassínios em 1834 com o nome bourbon e o sangue não era garantidamente sangue real Português, porque nunca na história da monarquia aconteceu um principie Infante, neto de rei ou mesmo rei que fizesse mal à família e aos portugueses, mas existiu um animal e possuo registo original

          HISTOIRE G É N É A L o G I Q U E
          CONTENANT LES VIES, ET LES ÉLOGES DE TOUS LES COMTES
          ET DUCS DE SAVOIE, DEPUIS LAN 95 °. JUSQU’À LAN 1658.

          La première, & la moins recevable est, que la Royale Maison de Savoie Alterie. § déscend de Fréderic Comte Ultrajurain ou de Maurienne, vivant sous le Roi Pepin l’an752. qui assisté de Théode Comte du Viennois vainquit en #. † bataille rangée Griffon frère de Pepin, en la Vallée de Maurienne, mais outre que ce Comte Fréderic mourut lui-même en cette journée,& que les Comtés en ce temps là n’étaient pas encore héréditaires, les historiens qui ont ” parlé de lui ne lui donnent aucune postérité. Jean-Baptiste Modena Doyen de l’Eglise Cathédrale de Verceil, fort ver 2 opi- sé en l’histoire, racconte qu’Arnoulf Roi d’Allemagne étant venu en Italie

          Maison de Saxe avouent les Ducs de Savoie pour leurs Parens, comme sor†” tis d’un même tronc; & c’est par cette raison que nos Princes ont écartelé leur écu des Armes de Saxe; ce qui n’est pas arrivé sous le Duc Charles le Bon, ou sous le Duc Emanuel-Philibert, comme quelques-uns ont crû, puisque Charles le Guerrier Duc de Savoie en ses monnoies mettait déjà Saxe au second quartier de son écu; ce que ses Successeurs continuerent; & de là vient que les Ducs de Savoie dans le rang_Ducs de Savoie déscendaient d’Immed de Saxe_qu’Humbert Comte de Savoie & de Maurienne est surnommé de Saxe.

          la Maison de Savoie, n’y a été sans doute reçu qu’en mémoire de ce Prince Immed, qui en langage allemand signifie la même chose qu’Amé ou Amédée, joint que le temps s’y accorde, qui est un argument pressant en matière d’anciennes généalogies; & que cet Hugues ayant servi sous Othon III. qui l’établit Marquis d’Italie; il est bien plus croyable qu’il ait laissé Berold son fils; qui eut son établissement en Savoie & en Maurienne, que de faire venir Berold d’Allemagne, proscrit & chassé de la Cour de l’Empereur son parent, en un Pays où il était inconnu, & où il ne possédait rien. En effet l’auguste Maison de Saxe ayant heureusement uni le Royaume d’Italie à l’Empire d’Allemagne, Othon III

          Cumprimentos

  5. Boa tarde, Sr. Frederico Paula

    é muito interessante o que publicou, tantas ligações a Marrocos e especialmente a Fez e agora eu pergunto, então neste todo tempo das guerras contra os Mouros, não existiram casamentos entre Portugueses, Espanhóis com Senhoras Mouras e princesas de Fez ?

    Será que a história que a Igreja Católica que conta é a verdade ?

    Existem acontecimentos muito estranhos, entre a Alemanha e o reino de Fez, como também do reino de Fez como vassalo de Espanha e que lutam ambos contra os outros Mouros.

    registo de 1543

    Maximilien , à Ton retour d’Espagne, avoit amené avec lui Buhazon parent du roi de Fez : ce Prince persécuté, & depuis peu dépouillé de ses Etats par le Chéris, étoit venu reclamer le secours de l’Espagne contre cet ennemi commun. Les Lecteurs me sçauront, je crois, bon gré de remonter à l’origine des rois de Fez, de Maroc, & à celle des Cherifs, pour leur faire part ici de ce que nous sçavons des Princes qui règnent aujourd’hui en Afrique.

    Depois destas revelações encontro algo de extraordinário que é o fato de Mulay Ismael ter dado uma missiva a D. Pedro II rei de Portugal, para entregar as ossadas de D. Sebastião, existiram outros principies Miramamolim que vieram também entregar as ossadas de D. Fernando a seu filho D. João I rei de Portugal. E por mais estranho que pareça o sobrinho do rei de Fez saiu de Portugal a bem e que voltava. o Reino de Fez pertencia a Espanha

    Com tudo isto, eu na minha procura encontrei na minha genealogia a minha 8 avó matterna Matilda Ferz ou Fez casada com o sr. João Vimarae ou Vimarana e neste processo, vim a descobrir que João Vimarae é João V rei de Portugal ai em cima temos Maximilien da casa de Saxe e desta casa na Alemanha encontro o meu 8 avô patterno o tal Dux Saxonis Vimariae e em latim. Depois descubro tudo de Bragança, Porto, Guimaraes e irmãos a reis Portugueses, desde do principio.

    da casa da Austria no qual Leopoldo I, não casa com Joannes V de Portugal com a sua filha, mas os registos em Portugal e só existe em Portugal em mais lado nenhum contrariam a casa da Austria.

    Baptjllgc Rex Portugalliae Joannes V. idem Sereniflimi Neo-Nati Patrinus, de Huumè manu lava. fchedialina tenens cum infcr’iptis Nominibus Baptizati ; _manu vero dextera Nomen, ordine Iecundum , demonßrans ,qubjunélo hoc hernillichio: NomengeritI/leßcundum; nempe Joannem. « Роне ipfum Ьппс Regeln galeatus confpicitur Princeps Намачиваем, qui in levando ех luftralibus undis Archi _­ Duculo _vices egit. Gloriaturldem

    Registo de 1815 – o meu 6 avô foi Josephus II de Lisboa Cardinallis

    In pacto Regem Borussiae inter et Magnum Ducem Vimariae (Weimar) inito Parisiis d. 22 Sept. a. 1815 Magnus Dux Vimario-Saxoniae obligationem in se suscepit sinendi, ut Borussia, si hoc e re sua esse existimet, navigabiles reddat fluvios Unstrut et Geram etiam quatenus Ducatum Vimanensem perfluant. Neque hanc navigationem Dux portoriis onerabit, neque etiam ipsam impediet ratione subditorum Regis Borussici.

    Eu acredito piamente que existem casamentos de Infantes portugueses a Fez

    • Boa tarde
      Existiram com certeza casamentos entre Portugueses e Marroquinos e talvez o mais conhecido ou divulgado seja o de D. Mécia, filha do Governador de Santa Cruz do Cabo Guer, D. Guterres de Monroi, com o Xerife Sádida Mohamed Ech-Cheikh. As fontes históricas estão cheias de relatos de outros casamentos. No entanto, parece-me que existem duas questões que poderão ser pertinentes nesse âmbito. A primeira é que esses casamentos implicavam a conversão de um dos “noivos” para que o casamento se realizasse, o que constitui de certa forma uma submissão de um dos lados ao outro, ou se quiser, que uma das partes passa a ter a identidade cultural da outra (não falo claro dos casamentos realizados com mulheres ou homens cativos, normalmente convertidos de forma forçada). A segunda é a questão do casamento oficial enquanto manifestação de união entre casas reais ou como forma de cimentar um tratado de amizade entre duas partes, situação que não tenho conhecimento que tenha existido entre Portugal e Marrocos.

      • Boa tarde, Sr. Frederico Paula

        Eu concordo em tudo o que diz sobre os matrimónios e respetivas casas, deixo aqui alguns registos interessantes da casa Lima, Souza e com certeza que existem muitas mais, a mais evidente é do meu registo da minha 8 avó matterna Mathilda Fez casa com João Vimarae e foi baptizar seu neto José Felgar em 1745 em Andre de Poyares, seu pai era Jorge Mello e que este tinha a casa do Infantado, e descubro também que os lugares são dotes, casas património e são apelidados o seu nome.

        Martim Afonço de Souza Fez de Dio, por mandado do Gouernador Nuno da Cunha, por dentro de Sertam do Reyno de Cambaya cm Companhia e aiuda de Sultam Bàdur, Rey da quelle Reyno, contra o Rey dos Mogores que lhe entraua por feu Eftado clhetinha ocupado | alguas Cidades quc rccuperou com fugida dos inimigos, dcfiaiofnada diz Martim Afonço de Souza em huá relaçam que anda demam զuc clie fez de feus feruiços a Raynha Dona Catherina.

        Buen exemplo trae la ocaion prefente con lo que Don Fernando dió a los que venian a ofrecerle la lealtad que no tenian con fu Principe: pues a D.Fernando Conde de Catro Xerez cuñado delRey D.
        Enrique dió luego quinze Villas, Mirandela,Aguilar, Pena, Sierra de Pefo, Sanguiñedo, Ferreiro, Coveliños,Bumaos, Porto de Celeyros, Arcoas, Cerdes, Cativeles, Aguas Santas, Comardoa, Codeales. A D. Alvaro Perez de Catro fu hermano las de Fez de Lima, Camiña, Catañeyra,

        Registo de 1742

        Buhazon V dominante cm Féz ad- convertido prudente, que falto da repu- ^i;a6 do. …… elle tratou negócios da maior Importância , eotrtf outros o cafamento do Príncifíe D Joaô^ com fua iiiha, a Princesa D.Joanna^ qtie elie conduzio a Portugal.

        Buhazon König zu Fez war aus dem stamme der Merinis Oaas, Könige dieseslandes und kam durch seine klugheit … Allein weil dieser mit andern geschäfften überjet war, konnte er ihm nicht nach wunsch helffen, so daß Ä mit dem Könige Johanne von Portugal einen traÄ so, welcher ihm

        Sabe caro amigo Francisco de tudo que já descobri da minha família e não falo somente da casa Felgar ou Felga ou Fauge ou Fauga ou Fages ou Falgar que é tudo igual como podia mencionar também Duens, Dudingen, Dillingen, Turingen ou Thuringia (casa) da casa principal de Weimar em Saxe e que estes são pais de Savoie e de Berengario, a família era constituída por milhares de casas com níveis de importância que ligavam a Europa, Israel, Persas, Marrocos que eram judeus. A Igreja católica tinha os seus interesses económicos e não tinha nada haver com a fé, usaram a arte de enganar os povos.

        Sabe de onde vem o nome de Paula ?

        • Caro amigo
          Tudo o que conta é muitíssimo interessante e merece sem dúvida ser aprofundado. Fiquei curioso com a referência que fez ao nome Paula espero que me esclareça.
          Os meus cumprimentos

          • Boa tarde, Caro amigo Frederico Paula

            Descobri o sua curiosidade ao ponto de ter dados credíveis, quando lhe afiancei que o nome Paula veio no tempo de Carlota Joaquina é porque é verdade, de Espanha encontro de fato o registo de Infante. Mas o Infante não é de Portugal mas sim de um dos reinos de Espanha e falei de Andaluzia.

            Tem a prova no art 4

            Jusqu’à ce qu’il ait été conclu un traité de commerce entre les deux puissances, les relations commerciales seront sur le même pied qu’avant la guerre de 1792 .

            Le 11 décembre, le duc de San Carlos se mit en route pour Madrid, avec la mission apparente de soumettre le traité à la régence; mais, au fond, il étoit chargé de sonder l’esprit de la régence et des cortès; et, dans le cas où il ne trouveroit pas ces corps entachés de jacobinisme, comme on avoit lieu de le craindre, d’instruire très-secrètement la régence que le roi souhaitoit la ratification du traité, si elle pensoit que les engagemens pris par l’Espagne avec les coalisés, ainsi que l’honneur du roi et l’intérêt de sa couronne, ne s’y opposoient pas. Le duc devoit. s’entendre, dans ce cas, avec la régence pour qu’elle mît les Anglois dans la confidence que le roi, de retour en Espagne, refuseroit de ratifier le traité, comme lui ayant été extorqué par la violence. Si ce ministre ne trouvoit pas la régence composée de sujets fidèles, il ne devoit s’acquitter que de sa mission patente, en insistant sur la nécessité de ratifier le traité.

            San Carlos arriva à Aranjuez le 4 janvier 18 14: La régence, à laquelle il paroît n’avoir* Voy. MARTENs, Recueil, T. XII, p. 654, où ce traité porte faussement la date du 11 décembre. On voit, par l’Exposé des motifs, etc. de don JUAN EzCo1QUIz, que le traité fut signé le 8 décembre.

            pas fait connoître la partie confidentielle de ses instructions, refusa par deux motifs la ratification du traité de Valançay : 1°. à cause du décret rendu le 1er janvier 1811 par les cortès extraordinaires d’Espagne, et portant qu’il n’y auroit avec la France ni négociation, ni traité, ni trève, tant que le roi ne jouiroit pas d’une liberté entière ” ; 2°. à cause de l’engagement contracté par le traité du 14 janvier 18o9 avec l’Angleterre 2, traité en vertu duquel l’Espagne ne devoit passigner de paix avec la France sans le consentement de la Grande-Bretagne. Lesecrétaire d’état don Joseph Luyanda annonça, le 1 o janvier 1814, cette résolution au ministre britannique à Madrid.Avant que le duc de San . Carlos la portât à Valançay, Buonaparte, dont la situation étoit devenue de plus en plus cri-” tique, avoit fait prévenir le roi et les princes d’Espagne qu’ils pouvoient rentrer dans leur pays sans se soumettre à aucune condition. Les nouvelles apportées par le duc de San Carlos

            ” Observons que ce même décret statue que le roi ne sera regardé comme libre et qu’ou ne lui obéira, que · lorsqu’il aura prêté le serment prescrit par l’art. 173 , de la constitution imaginée par les cortès. Ce serment sanctifioit la rebellion en ce qu’il reconnoissoit le droit de désobéir au roi, s’il agissoit contre une des clauses de la constitution, C’est pourtant cette constitution que nous entendons vanter journellement par ces hommes qui ont toujours dans la bouche les principes libéraux.

            * Voy. Vol. IX, p. 2o9.

            ne changèrent pas sa résolution. Les illustres captifs reçurent leurs passe-ports le 7 mars, et se mirent en route le 15 du même mois. Ferdinand VII arriva le 22 à Figuières, première place espagnole. Les circonstances qui accompagnèrent son retour à Madrid sont étrangères à notre sujet : néanmoins nous croyons ne pas devoir passer sous silence le pacte de famille que Ferdinand VII conclut au commencement de 1815 avec son père Charles IV, et par lequel la réconciliation fut opérée entre le père et le fils. Ce pacte a la forme d’une déclaration du cidevant roi d’Espagne, désignant en sept articles les demandes qu’il fait à son fils. En voici le texte :

            Art. 1. La cession de la couronne d’Espagne en faveur de mon fils bien-aimé lui impose, ainsi qu’à ses successeurs, l’obligation de m’allouer une somme qui soit analogue au rang élevé où la Providence m’a placé. L’expérience m’a prouvé que la somme qui, depuis mon départ d’Espagne, m’a été envoyée pour moi et ma famille, est insuffisante. Le malheureux état de la nation et les difficultés contre lesquelles mon fils bien-aimé a à lutter me sont bien connus ; mais je suis aussi convaincu que rien ne feroit plus de peine à son bon cœur, que si ses augustes parens étoient obligés de se passer des commodités auxquelles leur rang élevé et leur âge avancé peuvent prétendre, et auxquelles son propre honneur et celui de la nation sont intéressés; enfin, que le bien-être de celle-ci et celui de mon bien-aimé fils puissent s’accorder avec ma satisfaction, m’accorde dorénavant douze millions de réaux ! par an payables d’avance en douze termes, de mois en mois. Si néanmoins mon fils ne pouvoit pas payer actuellement les quatre millions qui font la différence entre les huit qui m’ont été assignés et les douze que je désire, la nation les acquittera aussitôt que sa situation le lui permettra.

            Art. 2. Depuis le temps où les armes victorieuses de l’Espagne commencèrent à chasser l’usurpateur, jusqu’à l’époque où mon fils m’assigna huit millions de réaux, j’étois privé de tout secours. Pendant cette période, j’ai contracté une dette de six millions de réaux que mon fils et ses successeurs doivent , pour ma décharge, reconnoître pour la leur, afin de me dédommager des sommes que, pendant ledit temps, ils étoient obligés de me payer. En conséquence, mon fils et ses successeurs s’obligent à payer dans trois ans l’arriéré de six millions de réaux, afin que je puisse m’arranger avec mes créanciers, ou bien mon fils se chargera de cette dette et traitera lui-même avec mes créanciers pour le payement.

            Art. 3. Si mon épouse me survivoit, rien ne peut être plus sacré pour mon bien-aimé fils que de fournir à sa bonne mère les moyens de subsistance conformes à son rang élevé et à la dignité du souverain de l’Espagne, son fils. L’attachement pour ma bienaimée épouse et les obligations de lui assurer une existence agréable, m’imposent le devoir de fixer son douaire avant que Dieu m’appelle à lui. En conséquence, mon fils et ses successeurs assureront à la reine, mon épouse, une somme annuelle de huit millions de réaux payable d’avance de mois en mois* 3 millions de francs.

            Art. 4.Mon bien-aimé fils, l’infant don Francisco de Paula, que Dieu a placé au rang qu’il occupe, est, comme tel, fondé à demander les sommes dont ses frères et oncles jouissent actuellement. En supposant que son frère chéri ne voudra pas le priver de ces prétentions, il s’engagera, pour lui et ses successeurs, de lui faire à l’avenir parvenir la somme que reçoivent les infans d’Espagne.

            Art. 5. Si je voulois me transporter en Espagne, il me sera libre de choisir pour séjour la province ou la ville dont je jugerai le climat le plus convenable à ma constitution physique, à mon âge avancé et à mes habitudes. Mais comme dans ce moment je ne trouve pas convenable de retourner en Espagne, il me sera libre de choisir le lieu de mon séjour.

            Art. 6. Les titres de roi et les prérogatives royales dont moi et mon épouse jouissons notre vie durante étant sacrés, et afin que les honneurs et dis1inctions qui nous sont dus, nous soient accordés là où nous nous fixerons , notre bien-aimé fils et ses successeurs s’engagent à porter le souverain dans les états duquel nous vivrons, à ce que les droits

            Relativo a Fez

            Anne Claude Philippe comte de Caylus – 1787 – ‎Lidas – ‎Mais edições
            Pourrois-je refuser l’honneur d’entrer dans son illustre maison ? \ Tiran la releva en ordonnant qu’on appellât l_e seigneur d’Agramont. Mon cousin , lui dit-il lorsqu’il le vit entrer, je vous ai marié avec la reine de Fez, avec l’aimable fille que

            LA maison DE GRAMONT (1), établie en Dauphiné depuis le milieu du 15° siècle, tire son origine de l’illustre et puissante maison de Gramont, en Navarre, célèbre dans les annales de ce pays

            ” Dans quelques anciens armoriaux elles sont blasonnées : d’azur, au lion d’or, différence qui n’a nulle importance, dit M. Chérin, dans son dernier mémoire sur la maison de Gramont. En effet cette inversion d’émaux paraît avoir été le signe de brisure de la branche de Vachères, tant qu’il a existé des rejetons des branches ainées en Navarre.

            (1) Dans les anciennes chartes françaises et navarraises, le nom est quelquefois orthographié d’Agramont, da Gramont, d’Agremont, de Gremont; dans les actes latins de Acromonte, de Agramonte et de Grandimonte (Voyez le Gallia Christiana, t. I”, col. 1313, et t. II, col. 848; le Catalogue des rôles gascons conservés à la tour de Londres, t. I”, pp. 184, 2oo, 2o1, 223; les Actes publics de Rymer, t.VIII, p.569; et l’Histoire générale de Languedoc, par D. Vaissète, t. lII, preuves,

            (1) Il y en eut une sanglante, au milieu du 14° siècle, entre Arnaud-Guilhem, seigneur de Gramont, chevalier, et Pierre d’Albret, seigneur de Guissen, guerre dans laquelle presque toute la noblesse du pays intervint. Bernard d’Albret, vicomte de Tartas, ayant offert sa médiation aux parties, un traité de paix fut conclu le 28 juin 1348, et juré sur les saints évangiles les 5 et 8 juillet 1349, par plus de 4oo gentilshommes, vassaux ou alliés des seigneurs d’Albret et de Gramont

            Portanto Fez ou Ferz casa com D´Agramont ou Gramont é duque como a casa de D ´Albret este irmão e primo de D. Afonso V rei de Portugal

            Cumprimentos

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