
Planta da Cidadela de Mazagão de 1611, anónima, in Descrição e plantas da costa, dos castelos e fortalezas, desde o reino do Algarve até Cascais, da ilha Terceira, da praça de Mazagão, da ilha de Santa Helena, da fortaleza da Ponta do Palmar na entrada do rio de Goa, da cidade de Argel e de Larache, Casa de Cadaval, n.o 29, PT/TT/CCDV/29, Arquivo Nacional da Torre do Tombo.
Nota: Esta planta integra-se num conjunto de documentos oferecidos a D. João IV por Frei Luís da Natividade e inclui várias plantas desenhadas por Alexandre Massai, conforme refere o texto introdutório. As plantas têm um grafismo semelhante, a marca inconfundível do traço de Alexandre Massai (apesar de algumas delas serem atribuídas a Leonardo Torriano – Barra de Lisboa, Vila e Calheta de Sines – e a Filipe Tersio – Vila e porto de Setúbal e Rio Sado). As que são de locais por ele não visitados teriam sido desenhadas a partir de originais de outros autores, como é o caso da Planta de Larache, referida como “conforme o original de João Matteo Benedetti” ou a Planta de Argel, supostamente desenhada a partir de um esboço da autoria do Dr. António de Sousa, um português cativo nessa cidade.
A descrição da planta tem o título “planta da Fortaleza de Mazagão que deu Henrique Correia da Silva com as presentes declarações”. Essas declarações referem-se aos trabalhos de limpeza da cava ordenados pelo Rei, cava essa que estava entulhada de limos e areias.
A legenda da planta é a seguinte: A – Porta Principal; B – Baluarte que se diz Santo Espírito ou do combate; C – Baluarte de São Jorge ou de Dom Diogo; D – Porta da Traição; E – Ponte; F – Cano de água que vem por dentro, está desbaratado; G – Porta dos Bois; H – Escada dos Bois; I – Baluarte do Norte ou de São Sebastião; L – Porta da Ribeira; M – Molhe da Porta da Ribeira; N – Baluarte de Santiago ou do Anjo; O – Escada da Calheta, por onde sobem os cavalos; P – Primeiro Revelim; Q – Estrada coberta; R – Molhe até ao Baluarte de Santiago; S – Buxas por onde enche e vaza a cava; T – Buxas por onde enche e vaza a cava; V – Escada que sobe ao Baluarte da Porta Principal; X – Praia Mar de águas vivas; Z – Sorgidouro dos navios grandes.

Planta da praça de Mazagam [Material cartográfico] / feita pello cappitão engenheiro Simão dos Santos, e desenhada por Guilherme Joaquim Pays, de 1720-1760, Direção Geral do Território

Planta da Praça de Mazagão em 1727 de João Thomás Correa, in Livro de várias plantas deste Reino e de Castela, 1699-1743, Biblioteca Nacional de Portugal

Planta de Mazagão de 1757, de J. Bélicard, Bibliothèque Nationale de France
Planta de Mazagão de 1802, Desenhada por Ignacio António da Silva, Biblioteca Nacional de Portugal

Disposição das tropas do Rei Sidi Mohamed no cerco a Mazagão de 1769, Casa de Ínsua

Configuração do modo como se achava sitiada a Praça de Mazagão pelo Imperador de Marrocos, 1814, Autor desconhecido, Gabinete de Estudos Arqueológicos de Engenharia Militar

Planta de Simão Correa Mesquita de 1752 in Relação do Choque que Tiveram os Cavaleiros da Praça de Mazagão com os Mouros de Aducala e Azamor em 7 de Dezembro de 1751, Jozé da Sylva Natividade, Lisboa, 1752

PLAN DU MOUILLAGE DE MAZAGAN, Bibliothèque Nationale de France
MOUILLAGE DE MAZAGAN Levé en 1737, Bibliothèque Nationale de France

Ville de Mazagan. Plan d’aménagement et d’extension approuvé le 24 novembre 1916. Bibliothèque Nationale de France



![MOUILLAGE_DE_MAZAGAN___Levé_[...]_btv1b5966485n.JPEG](https://historiasdeportugalemarrocos.com/wp-content/uploads/2017/11/mouillage_de_mazagan___levc3a9_-_btv1b5966485n-jpeg.jpg?w=627)








































































































































































